Feira de Santana: persistência da violência contra a mulher é tema da 2ª edição do Café com Tanúrio Brito

Radialista Tanúrio Brito (último da direita) promove debate.
Radialista Tanúrio Brito (último da direita) promove debate.
Radialista Tanúrio Brito (último da direita) promove debate.
Radialista Tanúrio Brito (último da direita) promove debate.

Na manhã desta quarta-feira (11/11/2015), o Jornal da Manhã (Jovem PAN 100,9) promoveu mais uma edição do “Café com Tanúrio”, com o tema: A persistência da violência contra a mulher.

O “Café com Tanúrio” acontece na Pão Center Gourmet e conta com a presença de ouvintes e convidados. Mais do que informar, o Jornal da Manhã tem o compromisso de conscientizar e promover a cidadania.

“Levar a notícia de forma clara e imparcial, esclarecendo e orientando para o bem é a nossa forma de contribuir na construção de uma sociedade mais justa, afirmou Tanúrio Brito, âncora do JM junto com Danillo Freitas e Roberta Costa.

Participaram do debate: a advogada Camila Trabuco, presidente da Comissão de Prerrogativas da OAB, Eliane Martins, presidente da Associação de Formação Humana, Claudio Jenner, Promotor de Justiça do Ministério Público, psicólogo Alfredo de Morais Neto e Maria Luiza Coelho, coordenadora do Centro de Referência Maria Quitéria (CRMQ). Como convidada musical, a cantora Paula Sanffer, também participou do debate.

“Essa deve ser uma discussão constante. Estamos no combate a essa persistência pois entendemos que a violência contra a mulher é uma precariedade da sociedade e a degradação da família é um dos principais fatores que geram esse problema. É preciso uma reeducação da família, a conscientização do papel da mulher na sociedade. Participar dese programa é uma forma de combate, pois a Lei Maria da Penha sozinha não vai impedir que a violência aconteça. O primeiro passo é a conscientização do ser humano de que a mulher vem assumindo papéis de destaque na sociedade de forma firme e irreversível”, explica Claudio Jenner.

16 dias de ativismo – No dia 25 de novembro (Dia Nacional da Não Violência contra a Mulher) começa a Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres. Uma mobilização anual, praticada simultaneamente por diversos atores da sociedade civil e poder público engajados nesse enfrentamento. Desde sua primeira edição, em 1991, já conquistou a adesão de cerca de 160 países. A campanha vai até 10 de dezembro, o Dia Internacional dos Direitos Humanos, passando pelo 6 de dezembro, que é o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

“Toda mulher que se sentir coagida, violentada física ou moralmente, deve fazer a denúncia através do número 180”, pontua a coordenadora do CRMQ, Maria Luiza Coelho.


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