Secretaria da Educação da Bahia realiza I Seminário Internacional de Herança Intelectual Africana

Logomarca do Governo da Bahia – Governo Rui Costa – 2015 a 2018.
Logomarca do Governo da Bahia – Governo Rui Costa – 2015 a 2018.

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia promove, de 1 a 4 de dezembro de 2015, a primeira edição do Seminário Internacional de Herança Intelectual Africana: outra dimensão histórico-cultural. O evento acontece, simultaneamente, na reitoria da Universidade Federal da Bahia (Ufba), no auditório da Universidade Estadual da Bahia (Uneb) e na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, com o objetivo de apresentar resultados dos trabalhos já desenvolvidos sobre herança cultural africana, incentivar mais pesquisas sobre a temática e permitir acessibilidade a conteúdos relativos à contribuição dos povos africanos. A inscrição é gratuita, e pode ser feita até o dia 01 de dezembro, no blog http://rephiafrica.blogspot.com.br/

O evento está inserido no eixo 4 do programa Educar para Transformar – Um Pacto pela Educação, cuja meta é o regime de colaboração com diversos segmentos da sociedade em prol da educação, e busca, também, contribuir com a organização do trabalho pedagógico dos professores em torno dos temas de História e Cultura Africana e Afro-Brasileira.

Paulo Pontes, coordenador de Desenvolvimento do Ensino Superior, da Secretaria da Educação, destaca a importância do evento. “O seminário resgata aspectos significantes da herança intelectual africana, tendo em vista o primeiro ano da Década Internacional Afrodescendente, instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) e decretada pelo Governo do Estado, em setembro deste ano”, afirma, acrescentando que, “é necessário se fazer um resgate daqueles que nos ajudaram a compreender o mundo, pois, devemos reconhecer que o pensamento da humanidade foi formado, também, por africanos”, pontua, Paulo Pontes.

Programação – Nos três dias serão discutidos diversos temas em mesas-redondas, rodas de conversa, palestras e exibição de produção cinematográfica de Moçambique. Além disso, serão apresentadas experiências exitosas da aplicação da Lei nº 10.639/03, que estabelece a obrigatoriedade do ensino da história e cultura africana e afro-brasileira em todas as escolas, públicas e particulares.

Rephiafrica – Como desdobramento da atividade, será formada a Rede Internacional de Pesquisa sobre a Herança Intelectual Africana (Rephiafrica), responsável pela realização de cursos, palestras, oficinas e seminários sobre a Herança Intelectual Africana. A estruturação da Rephiafrica tem por meta romper com a percepção estereotipada das sociedades africanas, dos povos africanos e dos afro-brasileiros, viabilizando e difundindo um novo foco de estudos africanos na Bahia.


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