Ao verificar uma postagem publicada na manhã de hoje (05/03/2016) na rede social WhatsApp, pelo Instituto Pensar Feira, com frase atribuída ao falecido senador Antônio Carlos Magalhães (ACM). Citação em que ACM qualifica o ex-presidente Lula como ladrão, o leitor/internauta, em protesto, encaminhou ao Jornal Grande Bahia (JGB) comprovantes da publicação do Instituto e análise sobre a posição e o pensamento político da instituição.
Segundo o leitor do JGB, ao postar a crítica do falecido senador ACM como algo que merecesse credibilidade, o Instituto evidência desqualificada formação histórica e intelectual. Ele observa que ACM renunciou ao mandato de senador para não ser cassado por quebra de decoro parlamentar. O episódio ocorreu em 30 de maio de 2001, no famoso episódio de violação do painel de votação.
Dando sequência a análise, o leitor cita recente discurso do deputado Jorge Solla, médico com doutorado, ou seja, colega de profissão de ACM. Em tom jocoso, Solla lembrou que para um servidor público e uma pessoa que apenas ocupou cargos públicos ao longo da vida, o senador conseguiu amealhar elevada fortuna.
O Pensar Feira e a FEA/UFBA
O leitor do JGB, citou, também, recente episódio envolvendo o Instituto Pensar Feira, Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia (FEA/UFBA), Prefeitura Municipal de Feira de Santana (PMFS), e a elaboração do Plano Diretor de Desenvolvimento Municipal (PDDM).
Na avaliação do leitor, o Instituto, ao prover vários debates com membros da FEA/UFBA, e ao fazer gestões para que a mesma participasse do processo de elaboração do PDDM, prestou desqualificado serviço à população feirense.
Ele observa que a FEA/UFBA e alguns membros da instituição respondem a processo judicial. Conforme relatado na matéria ‘Contratada pela Prefeitura de Feira de Santana para elaboração do PDDM, Fundação Escola de Administração da UFBA responde a ação civil pública por ato de improbidade administrativa’. A reportagem foi publicada pelo JGB, em 2 de fevereiro de 2016.
O leitor conclui as observações ponderando que ao analisar a atuação da Instituição, a partir desses dois pontos abordados, infere que ocorre um espetáculo grotesco através de uma atuação bastante questionável. Ele relata, por fim, que a postagem foi realizada através do número (075)99133-7468, com nome social ‘Instituto Pensar Feira’.
O JGB verificou que o número é de propriedade de um dos membros do Instituto Pensar Feira.
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