
No horário do grande expediente desta segunda-feira (04/04/2016), na Casa da Cidadania, o vereador Isaías de Diogo (PSC) falou sobre a posse do novo secretário de Serviços Públicos, Ícaro Ivvin. No momento, o edil foi aparteado pelo colega Edvaldo Lima (PP), que pediu a coleta de lixo na rua Senador Quintino, onde, segundo ele, está acumulado há mais de uma semana.
“A Prefeitura vem fazendo um excelente trabalho em relação à coleta de lixo. Vossa Excelência pode ficar no local e observar que quando o carro da coleta passa, os moradores vão lá e jogam o lixo. É preciso falar a verdade. Faço um desafio a Vossa Excelência: vamos na Secretaria e depois ficaremos lá no local parados observando a conduta dos moradores e verá que a própria comunidade não se respeita e joga o lixo após a coleta. Esta é uma questão séria e precisamos ajudar a comunidade”, disse Isaías.
Segundo o edil, no bairro Feira X está acontecendo situação semelhante. “A coleta de lixo passa nos dias de terça, quinta e sábado. Depois que ela passa, as pessoas jogam o lixo lá perto de uma feirinha, depositando animais mortos, inclusive. Sei que a Prefeitura não é omissa e quem mora nas redondezas desta feirinha tem que suportar a falta de respeito destas pessoas. Se Vossa Excelência está utilizando os microfones desta Casa para pedir limpeza, está trabalhando errado, porque nossa função é fiscalizar. Temos que fiscalizar quem está jogando o lixo no dia e local indevido”, disparou Isaías contra Edvaldo.
Em resposta ao colega, Edvaldo lembrou que, segundo a Constituição Federal, a função do vereador, deputado e senador é fiscalizar o Executivo, e não a população. “Vou discordar de Vossa Excelência quando fala que a população é responsável. Culpada é a Secretaria, que não faz a coleta no horário correto. Em relação à rua Senador Quintino, estou afirmando que o carro da coleta de lixo não passou. O lixo está lá há mais de oito dias. O Governo Municipal esqueceu-se de Feira de Santana, virou as costas para a cidade”, avaliou.
Para finalizar, Isaías afirmou que não retira o que disse. “Precisamos corrigir as pessoas”, findou.









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