Senador Aécio Neves diz que reunião em São Paulo unificou discurso do PSDB pró-impeachment; político tenta tomar o poder à revelia da vontade popular

Derrotado por Dilma Rousseff, Aécio Neves tenta tomar o poder, alindo-se a Eduardo Cunha. União evidência tentativa de Golpe de Estado a partir de uma pseudo ordem democrática.
Derrotado por Dilma Rousseff, Aécio Neves tenta tomar o poder, alindo-se a Eduardo Cunha. União evidência tentativa de Golpe de Estado a partir de uma pseudo ordem democrática.
Derrotado por Dilma Rousseff, Aécio Neves tenta tomar o poder, alindo-se a Eduardo Cunha. União evidência tentativa de Golpe de Estado a partir de uma pseudo ordem democrática.
Derrotado por Dilma Rousseff, Aécio Neves tenta tomar o poder, alindo-se a Eduardo Cunha. União evidência tentativa de Golpe de Estado a partir de uma pseudo ordem democrática.

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), afirmou que o partido unificou na sexta-feira (08/04/2016) o discurso a favor do impeachment da presidenta Dilma Rousseff em reunião realizada por líderes da sigla na capital paulista. O encontro ocorreu na manhã desta sexta-feira no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de São Paulo.

“Fiz uma reunião no palácio com lideranças do PSDB para que a palavra do partido seja uma palavra uníssona, uma palavra dura, clara, em favor da virada dessa página triste da história do Brasil, que o PT e seus comparsas irresponsavelmente ajudaram a escrever”, disse Aécio, ao participar de um encontro com sindicalistas, à tarde.

“Agora há pouco, reunido com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, com o governador [de São Paulo] Geraldo Alckmin e com outros governadores do PSDB, tomamos a seguinte decisão: no PSDB, é como no Solidariedade, é como no PPS do Roberto Freire, 100% de apoio [ao impeachment], não é 99% não”, disse o senador mineiro.

Além de Aécio, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e de Alckmin, participaram da reunião o governador do Paraná, Beto Richa, e os senadores José Serra e Aloysio Nunes Ferreira, ambos de São Paulo.

“Assumimos o compromisso [pelo impeachment]. Agora vamos buscar outros parlamentares desses estados que nós governamos e dizer a eles: ‘vamos dar uma chance ao Brasil’. A coisa não é mais governo e oposição, é quem é brasileiro e quem não é”, afirmou Aécio.


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