Juiz Sérgio Moro: aprovação de medidas contra corrupção seria sinal importante do Congresso Nacional

Sérgio Fernando Moro: A grande verdade é que a Lava-Jato será em vão se não forem feitas reformas sistêmicas para que escândalos de corrupção como esse não se repitam no futuro.
Sérgio Fernando Moro: A grande verdade é que a Lava-Jato será em vão se não forem feitas reformas sistêmicas para que escândalos de corrupção como esse não se repitam no futuro.
Sérgio Fernando Moro: A grande verdade é que a Lava-Jato será em vão se não forem feitas reformas sistêmicas para que escândalos de corrupção como esse não se repitam no futuro.
Sérgio Fernando Moro: A grande verdade é que a Lava-Jato será em vão se não forem feitas reformas sistêmicas para que escândalos de corrupção como esse não se repitam no futuro.

O juiz federal Sergio Moro endossou as dez medidas contra a corrupção propostas pelo Ministério Público Federal (MPF) ao Congresso. Ele participou de uma audiência pública sobre o assunto, hoje (24/10/2016), na Assembleia Legislativa do Paraná.

O magistrado contestou os críticos que, segundo ele, afirmam que a atitude do MPF é ‘autoritária’. “Pelo contrário, foi feito um Projeto de Lei (PL) a partir do que eles [procuradores] acreditam que deva ser melhorado no sistema, e foi colocado no local próprio, o parlamento, para ser discutido”, argumentou Moro.O juiz disse, ainda, que a aprovação do PL 4.850/2016 seria uma sinalização importante do Congresso Federal de que está engajado no combate à corrupção. “Há uma expectativa da sociedade, pelo contexto, de que elas sejam aprovadas. Se não integralmente, ao menos a maioria das medidas”, afirmou.

Ministério Público

Também participaram da audiência pública os procuradores Roberson Pozzobon e Deltan Dallagnol. Ambos são integrantes da força-tarefa do MPF na operação Lava Jato.

“A grande verdade é que a Lava-Jato será em vão se não forem feitas reformas sistêmicas para que escândalos de corrupção como esse não se repitam no futuro”, ressaltou Dallagnol, coordenador da força-tarefa.

Pozzobon, por sua vez, disse que o PL 4.850/2016 é a tentativa do MPF de realizar essa reforma sistêmica para combater a impunidade. “[As dez medidas] não são isoladas ou milagrosas. Elas foram pensadas a partir de uma série de fracassos, infelizmente; mas também a partir de sucessos vistos em democracias consolidadas”, defendeu o procurador.

*Com informação da Agência Brasil.


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