Setor público consolidado tem déficit de R$ 155,8 bilhões em 2016; Brasil fecha ano com déficit fiscal e desemprego recordes

Henrique Meirelles, ministro da Fazenda. Dados da economia são críticos.
Henrique Meirelles, ministro da Fazenda. Dados da economia são críticos.
Henrique Meirelles, ministro da Fazenda. Dados da economia são críticos.
Henrique Meirelles, ministro da Fazenda. Dados da economia são críticos.

O setor público consolidado (União, estados, municípios e empresas estatais) apresentou um déficit primário de R$ 155,8 bilhões em 2016. O déficit equivale a 2,47% de tudo o que o país produziu no ano passado – o Produto Interno Bruto (PIB) -, divulgou na terça-feira (31/01/2017) o Banco Central (BC).

O resultado deficitário é recorde em toda a série histórica do BC, iniciada em 2001. O déficit primário supera o registrado para 2015, de R$ 111,2 bilhões. Em dezembro, houve déficit de R$ 70,7 bilhões do setor público consolidado.

As contas negativas no ano foram puxadas pelo Governo Central (governo federal, Previdência Social e Banco Central), cujo déficit primário ficou em R$ 159,473 bilhões no ano passado.

Os governos estaduais tiveram superávit de R$ 6,787 bilhões e os municipais, déficit de R$ 2,121 bilhões. As empresas estatais (excluídas Petrobras e Eletrobras) tiveram déficit de R$ 983 milhões.

A meta de déficit primário para 2016, conforme aprovada pelo Congresso Nacional na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), era de R$ 163,9 bilhões.

A dívida bruta do Brasil atingiu 69,5% do PIB em dezembro, caindo um ponto percentual na comparação com o mês de novembro.


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