“Bahia só ficará numa situação segura, quando toda população estiver vacinada contra a Febre Amarela”, diz deputado Carlos Geilson

Carlos Geilson: Minas Gerais é o estado mais atingido pelo surto da doença e, o que tem a maior área de divisa com a Bahia. Essa situação geográfica nos deixa bastante vulnerável.
Carlos Geilson: Minas Gerais é o estado mais atingido pelo surto da doença e, o que tem a maior área de divisa com a Bahia. Essa situação geográfica nos deixa bastante vulnerável.
Carlos Geilson: Minas Gerais é o estado mais atingido pelo surto da doença e, o que tem a maior área de divisa com a Bahia. Essa situação geográfica nos deixa bastante vulnerável.
Carlos Geilson: Minas Gerais é o estado mais atingido pelo surto da doença e, o que tem a maior área de divisa com a Bahia. Essa situação geográfica nos deixa bastante vulnerável.

O Brasil já notificou 2.104 casos suspeitos de febre amarela, dos quais 492 foram confirmados, desde o início do atual surto no Brasil. Desses números, 162 mortes foram confirmadas como causadas pela doença. “Estes números estão atualizados até a última sexta-feira, quando o Ministério da Saúde recebeu os últimos boletins encaminhados pelas secretarias estaduais. Hoje pode ser mais casos, podem ser mais mortes”, alertou o deputado estadual Carlos Geilson (PSDB), em pronunciamento na Assembleia Legislativa da Bahia, nesta terça-feira (28/03/2017).

A Bahia registrou até agora apenas 22 notificações de casos suspeitos de febre amarela, dos quais 11 já foram descartados e 11 permanecem em investigação. E apenas um caso de morte suspeita, mas ainda sob investigação. Mas Geilson alerta para o perigo, que deve manter os baianos em total vigilância. “Minas Gerais é o estado mais atingido pelo surto da doença e, o que tem a maior área de divisa com a Bahia. Essa situação geográfica nos deixa bastante vulnerável”, frisou.

A preocupação do deputado gira em torno da prevenção à doença, que se dá por duas formas: uma é o combate ao mosquito Aedes Aegypti e outros mosquitos transmissores do vírus, e outra é a vacinação. “Sabemos que a Secretaria de Saúde do Estado, com apoio do Ministério da Saúde, reforçou os estoques de vacina nos municípios baianos que fazem divisa com Minas, mas ainda isso é pouco”, afirmou.

Para Geilson, a Bahia só ficará numa situação segura, quando toda população estiver vacinada contra a doença. “Esse é o caminho. E não se diga que faltam recursos, que é caro. Não existe palavra caro, quando se trata de vidas humanas. É preciso enfrentar o problema e salvar vidas”, reforçou.


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