Estudante da rede estadual de Feira de Santana desenvolve pesquisa sobre a matriz energética da Bahia

Rodrigo Damasceno Sampaio, aos 16 anos, pesquisa a matriz energética da Bahia.
Rodrigo Damasceno Sampaio, aos 16 anos, pesquisa a matriz energética da Bahia.
Rodrigo Damasceno Sampaio, aos 16 anos, pesquisa a matriz energética da Bahia.
Rodrigo Damasceno Sampaio, aos 16 anos, pesquisa a matriz energética da Bahia.

O estudo da Física Nuclear, Astronomia, Matemática e Bioquímica tem tornado o estudante Rodrigo Damasceno Sampaio, 16, em um pesquisador da matriz energética da Bahia. O interesse do aluno pelo assunto começou em um projeto desenvolvido em sala de aula juntamente com  a colega Evelin Costa, ambos do 2º ano, do Colégio Estadual Ernesto Carneiro Ribeiro, localizado em Feira de Santana (113 km de Salvador). Pela iniciativa, selecionada para a 6ª Feira de Empreendedorismo, Ciência e Inovação da Bahia (FECIBA), o estudante conquistou uma bolsa de iniciação científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Intitulado “A matriz energética no Estado da Bahia: análise do potencial nuclear x potencial hidrelétrico”, o projeto tem o objetivo de difundir o conhecimento cientifico sobre os processos de produção (transformação) de energia. Rodrigo Sampaio destaca a relevância do projeto. “A pesquisa é importante devido a necessidade atual de se conhecer formas mais eficientes de exploração da energia e que causem o mínimo de impacto ambiental”, comenta o estudante.

Rodrigo Damasceno pretende aprimorar sua pesquisa a partir de novos estudos sobre energias solar e eólica como fonte de energia para a Bahia, o Nordeste e o Brasil. O jovem pesquisador acrescenta que “o projeto leva a uma discussão sobre as vantagens e desvantagens da exploração dos recursos naturais, seus impactos ambiental e social e como isso afeta diretamente a nossa região”, afirma.

De acordo com o professor de Física e orientador do projeto, André Bastos da Silva, o projeto é de grande alcance social e muito contribui para o processo de ensino e aprendizagem. “Estudar as matrizes energéticas proporciona ao estudante um aprendizado prático de muitos conteúdos de sala de aula. Afinal estamos tratando de várias fontes de energia disponíveis e é essencial conhecê-las fazendo o melhor uso de cada uma delas, sempre levando em consideração a sustentabilidade, os fatores socioambientais, entre outros”, afirma o educador. O professor ainda ressalta que “a Bahia tem um grande potencial energético para hidrelétricas e para a extração de urânio, o que nos coloca em posição central para o desenvolvimento da região e, consequentemente, para o crescimento nacional”.


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