Feira de Santana: vereador alerta para deficiência na educação do Brasil

Roberto Tourinho: o Ministério da Educação apontou que após três anos só foram cumpridos 20% dos objetivos dos planos para a educação.
Roberto Tourinho: o Ministério da Educação apontou que após três anos só foram cumpridos 20% dos objetivos dos planos para a educação.
Roberto Tourinho: o Ministério da Educação apontou que após três anos só foram cumpridos 20% dos objetivos dos planos para a educação.
Roberto Tourinho: o Ministério da Educação apontou que após três anos só foram cumpridos 20% dos objetivos dos planos para a educação.

No uso da tribuna, na sessão ordinária desta segunda-feira (26/06/2017), na Câmara Municipal de Feira de Santana, o vereador Roberto Tourinho (PV) chamou atenção para deficiências existentes na educação do Brasil, citando matéria publicada na edição desta segunda-feira do Jornal Folha do Estado. “O Ministério da Educação apontou que após três anos só foram cumpridos 20% dos objetivos dos planos para a educação. Com a evasão escolar, os matriculados no ensino médio representam apenas 11%. E pasmem: 99% dos professores brasileiros ganham menos de R$ 3500 mil e o mais grave: hoje, o ensino privado pega menos que o ensino público. Professores da escola particular, que cobram mensalidades altas, chegando até mais de R$ 1 mil, recebem menos que um professor de escola pública”, informou.

Ainda apresentando as estatísticas, Tourinho afirmou que não se pode desejar que apenas 20% dos projetos sejam realizados. “Professores de escolas particulares recebem R$ 16,24 por hora, um valor de R$ 2.599,33 por mês numa carga horária de 40 horas. Na rede federal, por exemplo, os professores recebem R$ 48,55 por hora de trabalho, um valor de R$ 7.767,94 ao mês. Estes são dados divulgados pelo INEP. O Brasil está entre os países que mais investe em educação no mundo, mas é um país que menos investe em gasto com o aluno, o que faz aumentar a evasão escolar”, findou.

O vereador Roberto Tourinho, após ouvir o pronunciamento do colega Edvaldo Lima defendendo o cancelamento de festas para investimento em educação, afirmou que não consegue entender como municípios com poucos recursos contratam atrações consagradas para a realização de festejos populares. “São cachês caros, em torno de R$ 500 a R$ 600 mil que, somados, chegam a milhões de reais para poucas horas de alegria. E, vencido esse período, os municípios amargam os piores índices, principalmente na educação”, pontuou.


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