Presidente Michel Temer recebe embaixadores e evita falar sobre artigo do ex-presidente FHC

O presidente Michel Temer e o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, recebem cartas credenciais do novo embaixador do Paquistão no Brasil, Najm Us Saqib.
O presidente Michel Temer e o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, recebem cartas credenciais do novo embaixador do Paquistão no Brasil, Najm Us Saqib.
O presidente Michel Temer e o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, recebem cartas credenciais do novo embaixador do Paquistão no Brasil, Najm Us Saqib.
O presidente Michel Temer e o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, recebem cartas credenciais do novo embaixador do Paquistão no Brasil, Najm Us Saqib.

O presidente da República Michel Temer recebeu nesta segunda-feira (26/06/2017) no Palácio do Planalto 13 embaixadores, que entregaram a ele as cartas credenciais. São documentos que oficializam o trabalho dos embaixadores no Brasil. Cada um sentou-se e conversou por cerca de cinco minutos com Temer. A última vez que Temer recebeu embaixadores que passaram a trabalhar no Brasil foi em janeiro.

A cerimônia durou duas horas. Michel Temer, que já tinha discursado em um evento pela manhã, não falou com a imprensa.

Na saída da cerimônia, ao ser questionado por jornalistas se seguiria o conselho do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de “encurtar” seu mandato. A declaração de FHC foi feita em um artigo escrito por ele e publicado na edição de hoje do jornal Folha de S.Paulo. O presidente, que já estava saindo, olhou para trás, sorriu e disse: “Olha o sorriso”.

“Nada nos destruirá”

Na cerimônia da manhã, Temer defendeu as reformas que tem proposto e disse que nada destruirá seu governo. “Não há plano B. Há que seguir adiante. Portanto nada nos destruirá. Nem a mim nem a nossos ministros”.

Em maio, em delação premiada, o empresário Joesley Batista, dono da empresa de carnes JBS, disse que o presidente concordou com a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha e do doleiro Lúcio Funaro. O empresário apresentou a gravação de uma conversa entre ele e o presidente, mas a gravação não confirma a informação.  A defesa de Temer solicitou a perícia do áudio pela Polícia Federal (PF)  alegando que houve manipulação da gravação. O resultado da perícia feita pela PF foi entregue hoje ao Supremo Tribunal Federal (STF).

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