
O advogado do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB/BA), Gamil Föppel, emitiu nota nesta terça-feira (04/07/2017), criticando os motivos da prisão preventiva decretada contra o ex-ministro.
A defesa alega que os documentados apensos aos autos do processo possuem fragilidade jurídica e que a representação contra Geddel Vieira Lima “se limitou a exercício de infundadas conjecturas”. O advogado informou, também, que vai recorrer da decisão.
Geddel Vieira Lima foi preso pela Polícia Federal (PF) na segunda-feira (03), por ordem do juiz da 10ª Vara Federal de Brasília Vallisney Oliveira. A prisão foi decorrente das investigações realizadas nas Operações Sépsis, Greenfield e Cui Bono?, no âmbito do Caso Lava Jato.
Confira a ‘nota à imprensa’
Diante dos frágeis documentos que alegadamente serviram de embasamento para decretação da prisão preventiva, a defesa técnica do Senhor Geddel Vieira Lima vem reiterar a desnecessidade da gravosa medida cautelar.
Com efeito, a representação formulada pela autoridade policial se limitou a exercício de infundadas conjecturas, sem elementos concretos que pudessem lastrear as suas suposições, o que apenas evidencia a fragorosa falta dos pressupostos e requisitos autorizadores da prisão preventiva.
Salienta-se, inclusive, que não foi produzido absolutamente nenhum elemento de prova novo, no bojo da denominada “Operação Cui Bono”, após os quase sete meses desde a sua deflagração.
Nesse sentido, o Senhor Geddel Vieira Lima impugnará a decisão através das instâncias ordinárias, com a serenidade daqueles que clamam pela Justiça.
Gamil Föppel OAB-BA 17.828
Salvador, Bahia, 3 de julho de 2017.
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