
Cerca de 200 atendimentos são realizados mensalmente pelo Serviço de Fisioterapia Domiciliar, oferecido em Feira de Santana pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Saúde. Detalhes deste bem-sucedido programa foram apresentados durante o II Encontro de Fisioterapia Domiciliar, na sexta-feira (27/10/2017). O evento foi realizado no auditório Dr. João Batista de Cerqueira, na Secretaria de Saúde, e marcou a passagem do Dia do Fisioterapeuta – 13 de outubro.
A fisioterapeuta referência na rede municipal, Nádia Emília Gomes, apresentou o projeto, informando que os seis profissionais atendem pacientes das Unidades Básicas de Saúde, mediante as demandas que chegam a Divisão de Enfermagem. Eles desenvolvem atividades preventivas, reabilitadoras e funcionais. A equipe também orienta e capacita os familiares. O serviço também é levado para o Dispensário Santana e o Lar do Irmão Velho.
Cada fisioterapeuta atende em média 20 pacientes. Os atendimentos são realizados até duas vezes por semana em cada paciente. Nádia falou da evolução das pessoas assistidas – algumas delas conseguem retornar à funcionalidade total dos movimentos. Outros, a exemplo de pacientes que sofreram um AVC (Derrame Vascular Cerebral) conseguem parcialmente, sendo encaminhados para atendimento ambulatorial.
Em oito anos, foram realizados 10.046 atendimentos. Nesse período 80% dos pacientes assistidos não necessitaram de reinternamento. A secretária de Saúde, Denise Mascarenhas, fez a abertura do encontro, parabenizando a equipe. Também presentes, a diretora da Rede Própria de Saúde, Joana Queiroz, e a chefe da Divisão de Enfermagem, Ana Cristina Franqueira.
Paciente em ventilação mecânica é exemplo de êxito do programa
O relato de sucesso de uma criança de seis anos de idade, que nasceu com 41 semanas de gestação e, por conta do atraso no momento do parto, veio a ter paralisia cerebral, foi apresentado no evento comemorativo pelo Dia do Fisioterapeuta. Há quatro anos, o menino é acompanhado em seu domicílio por uma fisioterapeuta da Secretaria Municipal de Saúde.
“Ao nascer o menor foi diagnosticado com hipotonia secundária a neuropatia e assimetria ventricular. Isso o levou a uma paralisia cerebral. Ele era restrito ao leito. Hoje, já vai à praia, a parques infantis e também à igreja, mesmo na condição de ventilação mecânica – respiração com auxílio de aparelhos”, relata a fisioterapeuta Gildete Abigail Souza, que o acompanha em seu domicílio.
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