ALBA: deputado Joseildo Ramos critica decisão judicial que autoriza uso de força policial contra Sindiquímica: “é intimidação”

Joseildo Ramos: Citaram e proibiram nominalmente cada um deles no habeas corpus, um ato de clara perseguição, e ainda deram aval para que a polícia coaja a manifestação. Sei que o país está voltando no tempo, mas isso é um absurdo. É intimidação.
Joseildo Ramos: Citaram e proibiram nominalmente cada um deles no habeas corpus, um ato de clara perseguição, e ainda deram aval para que a polícia coaja a manifestação. Sei que o país está voltando no tempo, mas isso é um absurdo. É intimidação.
Joseildo Ramos: Citaram e proibiram nominalmente cada um deles no habeas corpus, um ato de clara perseguição, e ainda deram aval para que a polícia coaja a manifestação. Sei que o país está voltando no tempo, mas isso é um absurdo. É intimidação.
Joseildo Ramos: Citaram e proibiram nominalmente cada um deles no habeas corpus, um ato de clara perseguição, e ainda deram aval para que a polícia coaja a manifestação. Sei que o país está voltando no tempo, mas isso é um absurdo. É intimidação.

O líder do Partido dos Trabalhadores na Assembleia Legislativa da Bahia, deputado estadual Joseildo Ramos (PT), condenou nesta quinta-feira (09/11/2017) a publicação de um habeas corpus preventivo que permite que seja utilizada força policial contra dirigentes do Sindicato de Trabalhadores do Ramo Químico (Sindiquímica).

Às vésperas do Dia Nacional de Paralisação, protesto contrário à reforma trabalhista agendado para acontecer na sexta-feira (10), a Justiça baiana decidiu em favor das empresas petroquímicas do Polo de Camaçari, permitindo, inclusive, a prisão dos dirigentes que apenas circulem pelo local e vias de acesso. “Citaram e proibiram nominalmente cada um deles no habeas corpus, um ato de clara perseguição, e ainda deram aval para que a polícia coaja a manifestação. Sei que o país está voltando no tempo, mas isso é um absurdo. É intimidação”, condenou o parlamentar.

Em nota, o Sindiquímica também repudiou a ação das empresas que procuraram a Justiça para coibir a manifestação e questionou a utilização do habeas corpus. “O interdito é um instrumento comum do patronato, mas dessa vez foi um habeas corpus. Nunca vi algo parecido. É uma situação estranha”, afirmou Alfredo Jr., um dos dirigentes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) na Bahia. Para Alfredo, a decisão “beira o absurdo” e causa estranheza por ter um sindicato patronal se colocando como representante dos trabalhadores ao tempo em que pleiteia um habeas corpus preventivo contra a classe. “Quem representa é o sindical laboral e não patronal. O Sindiquímica tem mais de 50 anos de luta”, afirmou.


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