Fundador da Gol, Constantino de Oliveira recebe nova condenação por homicídio

Fundador da empresa aérea Gol e pioneiro no ramo de transportes rodoviários, Constantino de Oliveira (Nenê Constantino) foi condenado por homicídio qualificado e corrupção de testemunha, com pena de 16 anos e seis meses de prisão.
Fundador da empresa aérea Gol e pioneiro no ramo de transportes rodoviários, Constantino de Oliveira (Nenê Constantino) foi condenado por homicídio qualificado e corrupção de testemunha, com pena de 16 anos e seis meses de prisão.
Fundador da empresa aérea Gol e pioneiro no ramo de transportes rodoviários, Constantino de Oliveira (Nenê Constantino) foi condenado por homicídio qualificado e corrupção de testemunha, com pena de 16 anos e seis meses de prisão.
Fundador da empresa aérea Gol e pioneiro no ramo de transportes rodoviários, Constantino de Oliveira (Nenê Constantino) foi condenado por homicídio qualificado e corrupção de testemunha, com pena de 16 anos e seis meses de prisão.

O Tribunal do Júri de Taguatinga, no Distrito Federal, condenou na madrugada de hoje (15/11/2017) o empresário Constantino de Oliveira (Nenê Constantino), de 86 anos, ex-dono da Gol Linhas Aéreas, a 13 anos de prisão. Ele foi considerado culpado pelo assassinato de Tarcísio Gomes Ferreira, um ex-funcionário seu, em 2001.

Além de Nenê, que fundou a Gol Linhas Aéreas, foram condenados Vanderlei Batista Silva, de 76 anos (13 anos de prisão), e João Alcides de Miranda, de 69 anos (15 anos de prisão). Os três poderão recorrer em liberdade.

Constantino, Batista Silva e Miranda foram considerados culpados por arquitetar o assassinato de Ferreira, que participava de uma ocupação em um terreno da Aviação Pioneira, empresa da qual Constantino era dono, em Taguatinga. O crime ocorreu em um trailer em frente ao local.

O executor dos disparos de arma de fogo que mataram Ferreira foi reconhecido como Adelino Lopes Folha Júnior, o “Juninho”, já falecido. Na ocasião, ele atingiu também outra pessoa, José Amorim dos Reis, que não estava envolvido na disputa pelo terreno , no momento do crime, carregava seu filho de 2 anos no colo.

Após mais de 28 horas de trabalho, em que sete testemunhas foram ouvidas, os jurados decidiram condenar os três réus por homicídio qualificado, por motivo torpe. Trata-se da segunda condenação de Nenê Constantino pelo Tribunal do Júri de Taguatinga. Em maio deste ano, ele recebeu a pena de 16 anos de prisão por outro homicídio motivado pela mesma disputa pelo terreno da Viação Pioneira.

*Com informações da Agência Brasil.


Discover more from Jornal Grande Bahia (JGB)

Subscribe to get the latest posts sent to your email.

Facebook
Threads
WhatsApp
Twitter
LinkedIn

Discover more from Jornal Grande Bahia (JGB)

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading

Privacidade e Cookies: O Jornal Grande Bahia usa cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso deles. Para saber mais, inclusive sobre como controlar os cookies, consulte: Política de Cookies.