Presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana apresenta Moção de Repúdio contra suspensão do fornecimento de água no HEC

José Carneiro: a atitude é inaceitável, absurda, desumana e fere os princípios constitucionais e legais.
José Carneiro: a atitude é inaceitável, absurda, desumana e fere os princípios constitucionais e legais.
José Carneiro: a atitude é inaceitável, absurda, desumana e fere os princípios constitucionais e legais.
José Carneiro: a atitude é inaceitável, absurda, desumana e fere os princípios constitucionais e legais. 

O presidente do Legislativo feirense, José Carneiro Rocha (PSDB), durante pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal de Feira de Santana, na sessão ordinária desta segunda-feira (26/03/2018), informou que protocolou Moção de Repúdio nº 336/2018 pela suspensão do fornecimento de água para o Hospital Estadual da criança (HEC), em Feira de Santana. Para o edil, a medida fere o Princípio Constitucional da Dignidade da Pessoa Humana, bem como o pleno direito à saúde pública.

“É imprescindível ressaltar que a atitude é inaceitável, absurda, desumana e fere os princípios constitucionais e legais. Dê-se conhecimento da presente Moção ao governador do Estado da Bahia, Rui Costa, ao secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas, à direção da Embasa, À direção do Hospital Estadual da Criança e à Liga Álvaro Bahia Contra a Mortalidade Infantil Ltda.”, disse o presidente em leitura do documento.

Ainda no uso da tribuna, José Carneiro agradeceu a festa surpresa promovida pelo vereador Fabiano Nascimento de Souza (Fabiano da Van, PPS) em comemoração ao seu aniversário no último domingo (25).

Cadmiel Pereira repercute denúncia contra litígio entre Embasa e HEC

O corte do fornecimento de água no Hospital Estadual da Criança (HEC) foi tema do discurso do vereador Cadmiel Pereira (PSC) na sessão desta segunda-feira (26), na Casa Legislativa. O edil parabenizou o jornal Folha do Estado pela repercussão do fato na matéria ‘Litígio entre Embasa e HEC não chega ao conhecimento da sociedade’, publicada na edição da última quinta-feira (22).

“O Folha do Estado não deixou passar em branco o fato de um hospital como o HEC com o abastecimento de água cortado por falta de pagamento. Isso chama-se incapacidade de gerenciamento, descomprometimento político”, protestou o edil, informando que a suspensão do serviço de abastecimento de água se deu devido ao atraso no pagamento de parcelas referentes aos meses de janeiro e fevereiro do financiamento da dívida no valor de R$ 372.827,06.

Cadmiel cobrou providências por parte do Governo do Estado no sentido de regularizar a situação e não comprometer o atendimento às crianças e o tratamento dos pacientes internados na unidade.


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