Empresário Elon Musk ‘demite’ robôs da Tesla e afirma: ‘humanos são subestimados’

Elon Reeve Musk (Pretória, 28 de junho de 1971) é um empreendedor, filantropo e visionário sul-africano-canadense-americano. Ele é o fundador, CEO e CTO da SpaceX; co-fundador e CEO da Tesla Motors; vice-presidente da OpenAI; fundador e CEO da Neuralink; e co-fundador e presidente da SolarCity. Até fevereiro de 2018 a fortuna de Musk é estimada em 20,1 bilhões de dólares, o que o posiciona como a 53 ª pessoa mais rica do mundo segundo a Forbes.
Elon Reeve Musk (Pretória, 28 de junho de 1971) é um empreendedor, filantropo e visionário sul-africano-canadense-americano. Ele é o fundador, CEO e CTO da SpaceX; co-fundador e CEO da Tesla Motors; vice-presidente da OpenAI; fundador e CEO da Neuralink; e co-fundador e presidente da SolarCity. Até fevereiro de 2018 a fortuna de Musk era estimada em 20,1 bilhões de dólares, o que o posicionou como a 53 ª pessoa mais rica do mundo segundo a Forbes.

No que depender de Elon Musk, teremos um futuro cheio de robôs desempregados, ao contrário do que muitas obras de ficção imaginam – um mundo onde as pessoas vão perder seus trabalhos, que serão todos (ou a maioria) automatizados. Não é novidade que o CEO de empresas como Tesla e SpaceX está longe de ser um fã de inteligência artificial e seus adjacentes, mas agora ele resolveu tirar os robôs de suas linhas de produção para adotar, no lugar deles, o bom e velho ser humano.

A automação excessiva na Tesla foi um erro. Mais precisamente, meu erro. Humanos são subestimados.

O fracasso da linha de produção do carro Model 3, da Tesla, fez com que Musk tivesse que assumir o controle da empresa diretamente e fazer algumas alterações necessárias para que tudo seguisse o caminho normal. O ano de 2018 não vem nada bem para a Tesla e o chefão resolver puxar as mangas e botar as mãos na massa para não ter mais prejuízos – ou pelo menos não ter tanto.

Sai robô, entra gente

Em um tweet, o CEO da Tesla confirmou a informação dada por Tim Higgins, repórter do Wall Street Journal. Após o jornalista afirmar que Elon Musk concorda que a Tesla depende de robôs demais para funcionar, especialmente na fabricação do Model 3, o próprio empresário confirmou e ainda complementou: “A automação excessiva na Tesla foi um erro. Mais precisamente, meu erro. Humanos são subestimados”. Musk teria, por exemplo, se livrado completamente do sistema de esteiras automáticas pois tudo havia virado uma grande confusão na hora de produzir os veículos. Para o CEO, deveríamos confiar mais nas habilidades humanas e, por isso mesmo, ele resolveu trocar seu sistema automatizado pelo trabalho de funcionários de carne e osso. É curioso ver que uma das fábricas mais modernas do mundo, que produz o que pode vir a ser o carro padrão do futuro, não funcionou como esperado com a automatização.

Assim, pode ficar tranquilo: talvez as grandes empresas entendam algum dia que não dá para depender apenas das máquinas – aquele toque humano sempre vai ser necessário quando produzimos coisas, obviamente, para outros humanos.

*Com informações da TecMundo.


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Carlos Augusto, diretor do Jornal Grande Bahia.
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