Deputado Valmir Assunção participa de ato do Dia do Trabalhador em Curitiba: “Queremos Lula livre”

O deputado federal Valmir Assunção durante ato do Dia do Trabalhador em Curitiba.
O deputado federal Valmir Assunção durante ato do Dia do Trabalhador em Curitiba.
O deputado federal Valmir Assunção durante ato do Dia do Trabalhador em Curitiba.
O deputado federal Valmir Assunção durante ato do Dia do Trabalhador em Curitiba.

As frentes trabalhistas, sindicatos, movimentos sociais e partidos políticos foram para as ruas para protestar no Dia do Trabalhador, nesta terça-feira (1º/05/2018), com foco na defesa da democracia, dos direitos trabalhistas e previdenciários e contra a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para o deputado federal Valmir Assunção (PT-BA), que viajou para Curitiba para acompanhar as manifestações na cidade onde o ex-presidente está sendo mantido preso, o dia é “atípico”, “o 1º de maio de 2018, com Lula preso representa mais um ataque aos direitos dos trabalhadores”. Em todo o país, manifestantes tomaram as ruas para ampliar os debates sobre a “ilegalidade” da prisão do líder petista, contra a violência no campo e na cidade, e pedindo justiça para o crime contra a vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, assassinada em março deste ano.

“Queremos Lula livre. Viemos engrossar as fileiras da resistência em Curitiba e passar o dia do trabalhador e da trabalhadora com o nosso presidente Lula. Lula representa uma classe inteira e, por isso, é nossa tarefa lutar por sua imediata liberdade. É pelos trabalhadores e trabalhadoras, é pela democracia”, frisa Valmir – direto da capital paranaense. Ele completa dizendo que os atos pelo país têm também como pauta central o repúdio à perda de direitos, e cita como exemplo a retirada dos trabalhistas, e o repúdio ao projeto político privatista de Michel Temer (MDB). “Não permitiremos que a Eletrobrás, patrimônio do povo brasileiro, seja privatizada. Isto fere a nossa soberania e ataca o povo brasileiro que pode vir a pagar mais pela energia elétrica”.

Valmir votar a detalhar as inúmeras contradições envolvendo a prisão do ex-presidente Lula, principalmente em relação ao processo que o condenou. Ele cita imagens do triplex recentemente divulgadas que mostraram que não houve reforma alguma no local e, que portanto, o processo teria sido criado para encarcerar o ex-presidente que segue como a primeira opção para presidente da maioria dos brasileiros. “Os atos pautam a liberdade imediata de Lula e a defesa da democracia, e será no acampamento em Curitiba que teremos a maior concentração de militantes para solidariedade e resistência pelo presidente Lula. Ou seja, o 1º de maio unificado das esquerdas é em Curitiba. Pessoas do Brasil inteiro se deslocaram para a cidade para participar dos atos de hoje aqui”, finaliza.


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