Feira de Santana: clima frio não afasta público da última apresentação do Jazz no MAC

Sessão de Jazz no MAC de Feira de Santana.
Sessão de Jazz no MAC de Feira de Santana.
Sessão de Jazz no MAC de Feira de Santana.
Sessão de Jazz no MAC de Feira de Santana.

A chuva e o frio típicos desta época do ano que precede a chegada do inverno não desanimaram os apreciadores de jazz e da música instrumental na tarde de sábado (26/05/2018), no Museu de Arte Contemporânea Raimundo Oliveira (MAC Feira). Em bom número, o público prestigiou a terceira edição do Jazz no MAC. A atual temporada do projeto foi iniciada no mês de março. A iniciativa conta com o apoio da Fundação Egberto Costa.

A programação musical começou do jeito mais nordestino possível, com uma interpretação de ‘Asa Branca’, principal clássico de Luiz Gonzaga, que ganhou um arranjo bastante peculiar. Intercalando músicas autorais e sucessos internacionais, o quarteto de instrumentistas, sob o comando de Tito Pereira, agradou bastante o público.

Recepção muito positiva, avalia idealizador

A apresentação também contou com a participação do cantor e instrumentista Rogério Ferrer. “A gente elaborou esse formato de ter o evento de jazz que tanto contemplasse a música autoral instrumental que é produzida em Feira e standarts, que são músicas conhecidas do público com a roupagem instrumental. E a recepção do público foi muito positiva, com uma repercussão grande nas redes sociais, de modo que o resultado foi muito maior do que esperávamos”, revela Tito Pereira.

Fã de jazz destaca importância da iniciativa

O professor Robson Cardoso é um fã do jazz e da música instrumental. Ele externou sua satisfação com a iniciativa que contempla os apreciadores deste estilo musical na cidade. “Espero que eventos como esse se tornem rotina aqui em Feira de Santana, porque há um público interessado. Além disso, é uma oportunidade para outros grupos, outras pessoas estarem fomentando esse tipo de música em Feira. Acho muito interessante para cidade e me esforço sempre para estar acompanhando”, disse.

Rogério Ferrer lembra início de carreira e suas influências

E foi tocando acordeon e clarinete que Rogério Ferrer foi se encaixando e fazendo sua participação. Emocionado e lembrando do seu início de carreira e suas influências, o cantor se mostrou muito feliz em participar da iniciativa. “Esses eventos deveriam ser eternos. Ficar para sempre! São perfeitos para divulgar a cultura em Feira de Santana. As pessoas precisam ter noção dessa cultura que existe na cidade”, exclamou.

Projeto retorna no segundo semestre com outros gêneros musicais

Esta foi a última edição da atual temporada do projeto. Mas a iniciativa será retomada já no próximo semestre e contemplando outros gêneros musicais, conforme revela o diretor do MAC, Edson Machado. “O projeto foi vitorioso, porque quando a gente traz um público como o que está presente hoje, que a gente nota o interesse não só pela música, mas pelo que está sendo apresentado no espaço com as exposições, isso atesta o resultado. Então a meta é essa, trazer o público ao museu, fazer com que o museu seja um local de convivência com as pessoas que gostam de arte e o Jazz no MAC cumpriu esse papel”, salienta.


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