
Em nota encaminhada neste domingo (27/05/2018), a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) cobrou solução para greve dos caminhoneiros. A entidade alerta para impactos econômicos negativos, diz que bloqueios nas rodovias afeta e paralisa indústrias, cobra rápido acordo para pôr fim à greve dos motoristas do setor de transporte rodoviário e conclama membros associados à não participar da mobilização.
Confira a nota ‘Indústria quer solução para greve dos caminhoneiros’
A Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e seus 43 Sindicatos Empresariais consideram inaceitável a condução da greve dos caminhoneiros, por parte de suas lideranças e das autoridades, e acompanham com extrema preocupação os desdobramentos desse movimento, que bloqueia estradas e provoca problemas de desabastecimento no país.
Os sérios impactos dessa greve prejudicam de tal forma a população, que é preciso garantir a circulação de mercadorias e insumos, sendo necessário intensificar, urgentemente, o uso de todos os instrumentos públicos na defesa da sociedade como um todo.
Embora haja grandes distorções na estrutura de preços dos produtos e serviços, em função de uma carga tributária desvirtuada, o bloqueio das rodovias do país prejudica a operação das indústrias, aumenta os custos de produção, penaliza a população mais pobre e tem efeitos danosos para toda a sociedade. Diversas indústrias já estão paradas com reflexos no comércio, arrecadação fiscal e empregabilidade.
Por essa razão, a FIEB e seus Sindicatos Empresariais pedem o fim imediato do movimento e alertam para que um eventual acordo privilegie o equilíbrio, para evitar que interesses de grupos não se sobreponham aos dos demais setores da sociedade ou onerem ainda mais os custos de produção e, consequentemente, os preços para a sociedade.
No Brasil, todas as mercadorias são transportadas, em algum momento, por caminhão. Uma paralisação geral e prolongada dessa atividade paralisa o país.
Uma solução para esse impasse é necessária e urgente. Pedimos a toda a categoria que não faça parte do movimento daqueles que não pensam em construir uma sociedade melhor e mais justa. Afinal, nossa população está enfrentando sérios problemas de abastecimento.









