Eleições 2018 – Bahia: Em entrevista, José Ronaldo diz que acabaria com a fila da regulação

Pré-candidato do Democratas ao governo da Bahia José Ronaldo falou sobre a composição da chapa e temas estratégicos como educação, segurança e saúde.
Pré-candidato do Democratas ao governo da Bahia José Ronaldo falou sobre a composição da chapa e temas estratégicos como educação, segurança e saúde.
Pré-candidato do Democratas ao governo da Bahia José Ronaldo falou sobre a composição da chapa e temas estratégicos como educação, segurança e saúde.
Pré-candidato do Democratas ao governo da Bahia José Ronaldo falou sobre a composição da chapa e temas estratégicos como educação, segurança e saúde.

“Vontade, determinação e coragem”. Essas três vertentes devem estar presentes na vida de todo ser humano. Essa foi a forma que o pré-candidato a governador pelo Democratas, José Ronaldo, usou para descrever seu perfil durante entrevista realizada para o portal Varela Notícias. Ele falou sobre temas como a composição da chapa para as eleições de outubro, sua história política e questões estratégicas de governo como segurança, saúde e educação.

Entrevistado pelos jornalistas Breno Cunha e Aina Kaorner, José Ronaldo iniciou contando sobre sua vida, de como saiu ainda criança de Paripiranga para fazer o “ginásio” em Cícero Dantas e depois concluir o ensino médio e trabalhar em Feira de Santana; foi diretor do hospital municipal, secretário de finanças e entrou para a política, primeiro como vereador e depois como deputado estadual (três vezes), deputado federal e prefeito de Feira de Santana, eleito quatro vezes em primeiro turno. Além disso, foi presidente da UPB – União dos Municípios da Bahia.

Conhecido como político ficha limpa e nome forte em toda a região do sertão baiano, José Ronaldo diz que, eleito, sua primeira ação será esvaziar a fila da regulação. “O governo do PT gastou R$ 210 milhões em publicidade, mas apenas R$ 56 milhões foram investidos diretamente na saúde. É muito pouco. No primeiro dia do meu governo vou reunir a equipe e botar fim na fila da morte. É preciso dar rotatividade aos leitos. As pessoas esperam hoje 15 dias por material cirúrgico. Muitos morrem esperando o resultado de exames. Tenho experiência na área de saúde e vou dar um fim a esse problema”.

 José Ronaldo falou também sobre a questão de segurança. A Bahia aparece em todas as pesquisas liderando os índices de violência. “Na Bahia, são 7 mil mortes violentas por ano. A população de São Paulo é muito maior e os números são mais amenos. Eu mudaria tudo isso, imediatamente. Uma atitude de primeiro dia de governo. É importante motivar a tropa, colocar gente certa, no lugar certo”. O democrata criticou também a pouca importância que é dada à educação. “Em 12 anos, o governo do PT não chegou a construir 20 escolas. Como prefeito de Feira de Santana, construí mais de 30. Falta foco e boa vontade”.

O ex-prefeito de Feira de Santana disse também que pretende criar um órgão dentro da estrutura do governo para dar atenção às diversas regiões. “Regiões como o oeste e sul reclamam o tempo todo da falta de atenção do governo do PT. No sul, os produtores de cacau nunca foram atendidos. Tem problemas para todo lado, como em Valença, com a Santa Casa de Misericórdia, da qual já fui provedor e sei que em bom funcionamento ajuda a resolver o problema da saúde”.

José Ronaldo afirmou que está na política por amor e dedicação e que desde o dia 6 de abril, quando foi definido como candidato do Democratas, que vem  conversando com lideranças políticas e gestores municipais levantando informações sobre as demandas dos municípios. “As pessoas estão abraçando a causa. Temos o apoio de um dos maiores líderes políticos do Brasil, o prefeito ACM Neto, e vamos montar uma plataforma que atenda as necessidades do estado”.

O democrata criticou a atuação do governo do PT durante o episódio da greve dos caminhoneiros. “O atual governador da Bahia aumentou a carga tributária dos combustíveis. Ele não demonstrou sensibilidade para negociar. Não poderia ter aumentado alíquota do ICMS. Ficou só jogando a culpa para o governo federal. Entendo que o Governo Federal falhou, mas ambos não tiveram sensibilidade para administrar a crise”. Ele avaliou a administração de Rui Costa como mediana por diversos fatores, principalmente a falta de compromisso com as cidades.  “O governo do PT especializou-se em assinar ordens de serviço e as obras não chegam nunca. Essa é a maior reclamação das cidades”.

Sobre a composição da chapa, disse que até a próxima semana deve ser anunciado o nome do outro pré-candidato ao Senado, ao lado de Jutahy Junior, e que as conversas para a divulgação do nome do candidato a vice-governador também estão bastante avançadas. Questionado sobre o nome do vice-prefeito Bruno Reis para ser seu vice, disse que “Bruno é um nome sempre lembrado para tudo. Ele é o presente e o futuro da política baiana; uma pessoa extremamente ativa e tem colaborado muito”.


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