
Todas as quartas-feiras, às 20 horas, a partir do dia 20 de junho de 2018, na sala principal do Teatro Vila Velha, em Salvador, 11 atores experientes no treinamento técnico do Teatro-Esporte, muitos deles pesquisadores e integrantes de grupos especializados nessa área – como o Cia. de Teatro Improviso Salvador e a Companhia Caratapa de Teatro de Improvisação – disputam a taça. Nessa seleção: Aicha Marques, Andréa Nunes, Daniel Farias, Evelin Buchegger, Igor Epifânio, Luiza Senna, Maurício de Oliveira, Talis Castro; além de Celso Jr, Daniela Chávez e Daniel Becker se revezando na direção e no julgamento dos improvisos. A atriz Edvana Carvalho é uma das convidadas.
Os times são formados por quatro ou cinco atores, que se desafiam em matches, que podem conter 4 ou 5 jogos, com durações diferentes. A plateia decide a temática, título, época, estilos, entre outros contextos da cena. É imprescindível a participação do público.
A maioria dos jogos são pré-definidos. Por exemplo, num jogo chamado abecedário, as falas/palavras que começam a cena seguem a ordem do alfabeto. Os times serão sorteados antes de cada dia de competição, sempre com os mesmos atores e formações variáveis.
O Teatro-Esporte é uma técnica de improvisação teatral, criada pelo diretor canadense Keith Johnstone, em meados dos anos 1960. Aqui na Bahia, a técnica chegou pelas mãos do diretor alemão Volker Quandt, em 1994.
Alguns jogos de improvisação
Caleidoscópio – a plateia define um tema simples, universal. Por exemplo: Água. Na sequência os atores desenvolvem histórias/monólogos sobre suas vidas incluindo a palavra, que pode sofrer interferência do juiz e passar a bola pra outra pessoa.
Jogo das Frases – frases são espalhadas pelo chão do palco, com as quais os atores devem trabalhar, incluindo-a verbalmente na cena. O que também pode ser feito através de livros espalhados pelo palco.
Dublagem – dois atores contracenam, porém suas vozes são feitas por atores adversários fora da cena.










