Dados divulgados mostram Bahia campeã em homicídios, diz Bloco da Oposição na ALBA

Luciano Ribeiro: A banalidade da violência na Bahia se tornou assustadora, demonstrando a face de um estado que investe pouco em educação e segurança pública.
Luciano Ribeiro: A banalidade da violência na Bahia se tornou assustadora, demonstrando a face de um estado que investe pouco em educação e segurança pública.
Luciano Ribeiro: A banalidade da violência na Bahia se tornou assustadora, demonstrando a face de um estado que investe pouco em educação e segurança pública.
Luciano Ribeiro: A banalidade da violência na Bahia se tornou assustadora, demonstrando a face de um estado que investe pouco em educação e segurança pública.

“A banalidade da violência na Bahia se tornou assustadora, demonstrando a face de um estado que investe pouco em educação e segurança pública”, disse o líder da Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Luciano Ribeiro (DEM) ao observar os números de homicídios no estado. O índice nacional de homicídios criado pelo G1, ferramenta que permite o acompanhamento dos dados de vítimas de crimes violentos mês a mês no país divulgou hoje (28/08), que na Bahia, no mês de junho 540 pessoas morreram assassinadas. O dado é superior ao apresentado em São Paulo e também ultrapassa o do Rio de Janeiro, onde houve declínio das políticas de segurança pública e aumento dos problemas, no último ano. No período citado, o número de homicídios na Bahia representou 13,6% das ocorrências do país.

“O que mais nos entristece é a atual falta de expectativas de melhorias dessa situação, quando vemos o Governo baiano aplicando tão pouco recurso em áreas vitais para a redução dessa problemática, como é a própria segurança pública e a educação. É impossível não destacar a incompetência do Governo do estado na busca por soluções para conter tanta violência”, frisou Luciano.

Na Bahia 6.247 pessoas foram assassinadas ano passado. O estado concentrou 11% de homicídios com intenção de matar (homicídio doloso), assaltos à mão armada (latrocínios) e lesões corporais seguidas de morte, conforme relatório do Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2018.


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