Manifestações contra o fascismo de Jair Bolsonaro se alastram pelo Brasil | Por Sérgio Jones

Candidato à presidência da República de extrema-direita, Jair Bolsonaro (PSL/RJ) é um político identificado por setores da mídia com as ideias do nazismo, fascismo, antissemitismo, misoginia, segregacionismo contra negros e grupos minoritários, que professa discurso do ódio, vinculado a prática da violência física como forma de obter a redução do conflito social.
Candidato à presidência da República de extrema-direita, Jair Bolsonaro (PSL/RJ) é um político identificado por setores da mídia com as ideias do nazismo, fascismo, antissemitismo, misoginia, segregacionismo contra negros e grupos minoritários, que professa discurso do ódio, vinculado a prática da violência física como forma de obter a redução do conflito social.
Candidato à presidência da República de extrema-direita, Jair Bolsonaro (PSL/RJ) é um político identificado por setores da mídia com as ideias do nazismo, fascismo, antissemitismo, misoginia, segregacionismo contra negros e grupos minoritários, que professa discurso do ódio, vinculado a prática da violência física como forma de obter a redução do conflito social.
Candidato à presidência da República de extrema-direita, Jair Bolsonaro (PSL/RJ) é um político identificado por setores da mídia com as ideias do nazismo, fascismo, antissemitismo, misoginia, segregacionismo contra negros e grupos minoritários, que professa discurso do ódio, vinculado a prática da violência física como forma de obter a redução do conflito social.

Em diversas capitais e interiores brasileiros, e até mesmo no exterior, estão sendo orquestradas diversas manifestações contra, o candidato fascista de extrema-direita Jair Bolsonaro.

“Mulheres contra Bolsonaro” e “Mulheres Unidas contra Bolsonaro” embora sejam os principais motes, os eventos são apoiados por pessoas de todos os gêneros, com milhares de homens confirmando presença ou mesmo apoiando o protesto.

A questão de gênero, forte quando o assunto é o político que se tornou conhecido pelos ataques à dignidade e aos direitos das mulheres, comunidade LGBT, indígenas e quilombolas e outros. Mas começam a surgir outros movimentos de segmentos que se intitulam como “todos contra Bolsonaro”.

Ao que tudo indica cresce os protestos contra o candidato de extrema-direita, que segue internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, deste o último dia 7, após ser esfaqueado durante campanha nas ruas de Juiz de Fora (MG). A ação cresce de forma exponencial, tendo os movimentos coletivos se espelhado por todo interior do país e deverão atingir o seu ponto mais agudo neste próximo sábado (29), quando acontecerão ao longo de todo o dia.

O ato de repúdio que de início tinha um cunho feminista, ganhou força no último final de semana. A comunidade “Mulheres Unidas contra Bolsonaro, que chegou a reunir quase 2 milhões de participantes no Facebook, foi alvo de ataque. Na madrugada do domingo, a página foi derrubada. Coincidência ou não, a campanha do candidato comemorava nas redes sociais o apoio recebido por um grande grupo de mulheres. A queda da página impulsionou a resistência contra o candidato, que tomou conta das redes sociais com a hashtag #EleNão.

Mas, ao que tudo indica, o feitiço está se voltando contra o feiticeiro. Os protestos agendados já atravessam fronteiras, mulheres brasileiras em vários países e continentes: Alemanha, Argentina, Austrália, Canadá, Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Portugal e Estados Unidos já marcaram hora e local para a realização de protesto que deverá ficar registrados nos anais da história brasileira como um dos mais bem articulados não só no Brasil como no mundo. Bolsonaro é avaliado como um dos candidatos fascistas que diz odiar a tirania apenas para que possa estabelecer a sua.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com).


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