ABIN e PGE do Rio de Janeiro firmam acordo para investigar sonegação de impostos

Fachada da sede da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN).
Fachada da sede da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN).
Fachada da sede da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN).
Fachada da sede da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN).

A Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE-RJ) e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) vão trabalhar em conjunto para melhorar a investigação e a cobrança de empresas que sonegam impostos estaduais. O acordo de cooperação técnica foi assinado na segunda-feira (15/10/2018) pelo procurador-geral do estado, Rodrigo Zambão, e pelo superintendente da Abin no Rio de Janeiro, Joubert Martins Moreira.

Segundo Zambão, o trabalho conjunto representará um ganho muito grande para a PGE. Ele explicou que o objetivo é fazer um trabalho eficiente com inteligência na área tributária. Já o superintendente da Abin ressaltou que, há algum tempo, a atividade de inteligência vem sendo ampliada para as mais diversas áreas de atuações governamentais.

Na visão do procurador-chefe da Dívida Ativa, Hugo Maurell, a Procuradoria da Dívida Ativa precisa aprimorar seus métodos de perseguição de créditos tributários e não tributários, para, com a adoção de técnicas de inteligência, alcançar os devedores contumazes com mais eficácia e combater as situações de fraude fiscal estruturada. Para Maurell, a parceria com a Abin vai permitir o treinamento adequado do Núcleo de Ações Fiscais Estratégicas (Nafe) da PGE-RJ.

Com o acordo, a Procuradoria-Geral e a Superintendência da Abin vão trocar experiências, compartilhar informações e realizar treinamentos. O diretor da Escola de Inteligência da Abin e os procuradores do Núcleo de Ações Fiscais serão responsáveis pela execução e a fiscalização do acordo.

O Nafe é o órgão de inteligência da Procuradoria da Dívida Ativa e foi criado em março deste ano para reforçar a recuperação de créditos estaduais, principalmente, dívidas de empresas com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e a identificação de fraudes estruturadas, reduzindo a inadimplência e a blindagem patrimonial por meio de grupos econômicos e outras estruturas societárias.

*Com informações da Agência Brasil.


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