Feira de Santana: Empreendedores criativos participam do Feira Noise Festival

Feira Camelô do Feira Noise Festival tem o objetivo de incentivar empreendedores e marcas locais.
Feira Camelô do Feira Noise Festival tem o objetivo de incentivar empreendedores e marcas locais.
Feira Camelô do Feira Noise Festival tem o objetivo de incentivar empreendedores e marcas locais.
Feira Camelô do Feira Noise Festival tem o objetivo de incentivar empreendedores e marcas locais.

O Feira Noise, festival de artes integradas em Feira de Santana (BA), recebeu no dia (24/11/2018), os grupos Sangue Real, Casa Pronta, Navelha, Stephen Ulrich Band, Ponto Nulo no Céu, Seu Pereira e o Coletivo 401, Tuyo, Erasy, Drenna e Scalene nos palcos Spotify e Sertões. Além dos shows, o evento realiza mais uma edição da Feira Camelô, feirinha de produtos diversos que ocupa o Centro de Cultura Amélio Amorim.

De acordo com o Feira Coletivo, organizador da oitava edição do festival, a Feira Camelô tem o objetivo de incentivar empreendedores e marcas locais. O público pode encontrar nos stands montados na parte superior da Concha Acústica um leque de opções como cosméticos feitos a mão, produtos personalizados, crochê, além de ateliê de beleza, brechó e flash tattoo.

“Ao realizar a curadoria observamos a relevância artística, originalidade e processo criativo da proposta – inovação e trabalhos feitos a mão foram priorizados”, contou Heloisa Lima, coordenadora da feira.

Karen Mendes, da K3 Distribuidora, falou sobre a importância de dialogar com o público do Feira Noise por meio da Feira Camelô. “O Feira Noise é reconhecido na Bahia e no Brasil. O público é totalmente diversificado, então para a gente que está aqui com nossas marcas agregando ao festival é importante ter esse diálogo”, disse a expositora que já participou outras vezes do evento como cantora e apreciadora. “A cada ano participo de um jeito diferente”, concluiu.

A cabelereira Heloísa França, do Heloísa França Ateliê de Beleza, está participando pela primeira vez. “Para nós que somos autônomos estar em um festival independente é mais uma forma de estar próximo e agregar um público”, afirmou.

Raquel Terra Nova, do estúdio Terra Nova Tattoo, destacou a visibilidade que a feirinha proporcionou a seu empreendimento. “Eu acompanho o Feira Noise como público desde o início. Estar aqui depois de dois anos de profissão e poder tatuar a galera que eu me identifico é muito legal. A tatuagem às vezes não tem tanta visibilidade e estar no Feira Noise este ano me proporcionou divulgar o meu trabalho”, disse a tatuadora.

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