
As relações étnico-raciais na área de saúde motivaram reflexões e discussões durante as ações do Novembro Negro. Por iniciativa do Conselho Municipal da Igualdade Racial, o tema reuniu representantes de diversos segmentos organizados da sociedade, no auditório da Secretaria Municipal de Saúde, visando trazer à tona a questão vivenciada na pele por quem é negro, além de reforçar as políticas de igualdade racial.
A presidente do Conselho Municipal da Igualdade Racial de Feira de Santana, Lurdes Santana, ressaltou as lutas visando assegurar as políticas afirmativas e combater as mais diversas formas de racismo, inclusive o institucional. “Não posso dizer que não existe o racismo institucional. Entretanto, o pior racismo é do negro contra o negro, praticado quando ele vai subindo, crescendo financeiramente”, lamentou.
O tema foi abordado pelo professor de História Renê Brito Nascimento, membro do Núcleo de Estudos das Relações Étnico-raciais e Educação Escolar Quilombola (Nerequi), ao observar que Feira de Santana é uma cidade fruto da diversidade racial. “Não somos iguais. E por isso precisamos refletir como eu me percebo e para os outros”.
Renê Nascimento ressalta a necessidade de humanização do tratamento na saúde. “É o mínimo pois se a atendente não tiver esse cuidado, eu vou e não volto”, alertou.
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