Performance da Orquestra Neojibá impressiona público de Feira de Santana

Lay Ribeiro: “É um momento de mostrar que música erudita também pode ser o gosto do jovem”.
Lay Ribeiro: “É um momento de mostrar que música erudita também pode ser o gosto do jovem”.
Lay Ribeiro: “É um momento de mostrar que música erudita também pode ser o gosto do jovem”.
Lay Ribeiro: “É um momento de mostrar que música erudita também pode ser o gosto do jovem”.

O Núcleo Antônio Gasparini, responsável pela Orquestra Neojibá em Feira de Santana, levou dinâmica inclusiva para a apresentação que marcou o encerramento das atividades semestrais da Fundação Cultural Egberto Tavares Costa, nesta quinta-feira (13/12/2018), no Centro de Artes e Esportes Unificados – CEU/Cidade Nova. Cerca de cem alunos do Projeto Neojibá apresentaram o Concerto Cartas Musicais. A interatividade entre músicos e público foi o ponto mais marcante.

Na brincadeira, um voluntário da platéia era solicitado e pegava uma das 10 cartas que se encontravam em um baú. Nesta carta explicava, através de um compositor do passado, a ligação entre os tempos e as músicas que embalavam a época, solicitando a apresentação da música à Orquestra. Os chamados “anos da brilhantina” foram relembrados através de canções que marcaram época.

Música erudita também pode ser o gosto do jovem

Para a coordenadora da praça, Lay Ribeiro, a apresentação da Orquestra Neojibá proporcionou uma oportunidade ímpar para muitas pessoas do bairro. “É um momento de mostrar que música erudita também pode ser o gosto do jovem”, afirma. “Este evento comemora as atividades de final de ano e natalinas, e mostra que a cultura, que música e arte tem tudo a ver com a nossa realidade aqui na praça CEU”, completa.

Aproximar plateia do palco

Caroline Abreu, coordenadora da Orquestra Juvenil em Feira de Santana, explica que a dinâmica apresentada é desenvolvida em torno de duas vertentes: “A primeira é de aproximar a plateia do palco, para que se sintam parte da apresentação. E a segunda era que a orquestra recebesse dos compositores, cartas especiais, como se fosse uma passagem entre o tempo e espaço, e onde pudesse haver o encontro do passado com o presente. Seria a carta viajando no tempo, no espaço, encontrando um presente momento, e presenteando a orquestra e o público com a música”, descreve.

O repertório foi dividido entre momento erudito e momento popular. Incialmente foram abertas cartas eruditas do passado, chegando para o presente. “Tivemos compositores como o do período romântico, do período clássico, contemporâneo, até chegar no presente, com músicas brasileiras, músicas da jovem guarda”, completa Caroline.


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