
Texto escrito pelo psicólogo Adson Brito do Velho, que retrata o universo de pessoas que têm o dedo podre, ou seja, pessoas que, constantemente, estão se relacionando com pessoas problemáticas, confusas, egoístas, interesseiras…
A montagem é um convite a uma reflexão sobre a vida, o amor e as relações conflituosas/disfuncionais.
A ideia da peça surgiu, a partir, da minha experiência clínica, como psicólogo, onde a demanda de pacientes que sofriam com problemas de relacionamentos disfuncionais era enorme.
A montagem ficou em cartaz durante cinco anos, com absoluto sucesso de público e crítica, percorrendo diversos espaços de Salvador, tais como Teatro da Barra, Theatro XVIII.
A peça é dividida em diversos sketchs, totalizando 60 minutos, e é entrecortada com canções de Charles Aznavour, Edith Piaf, Maria Betânia, Marisa Monte e Gonzaguinha.
Quadros da Peça
Abertura dramática sobre ‘dedo podre’
Mulheres que amam demais
Homossexuais que pagam por afeto, amor e carinho
A influência negativa das redes sociais nas relações a dois
Número musical ‘O que é, o que é’, de Gonzaguinha.
Há uma interação com a plateia, que é convidada a dar opinião sobre as relações conflituosas abordadas na peça.
O diretor Adson Brito do Velho já dirigiu diversos espetáculos, tais como ‘A Falecida’, texto clássico de Nelson Rodrigues, na Escola de Teatro da UFBA, e mais: ‘A Vingança do Padre’, dentre outros.
Agenda
O que: Espetáculo ‘Almas Acorrentadas’
Quando: 15 e 16 de dezembro, às 20 horas
Onde: Teatro Dias Gomes (Sindicato dos Comerciários)
Endereço: Avenida Joana Angélica, rua lateral do Colégio Central







