
O deputado estadual Alan Sanches (DEM) alerta que a paralisação dos anestesistas credenciados pelo PLANSERV na capital baiana, desde a última segunda-feira (07/01/2019), é a primeira consequência do ‘pacote de maldades’ do governador Rui Costa (PT).
Segundo Sanches, com a redução da contribuição do governo ao PLANSERV de 4% para 2%, que significa menos R$ 200 milhões de repasse por ano para os cofres do plano, fica inviável qualquer tipo de negociação, de elevação e essa foi a primeira prova, onde nem mesmo a intermediação do Ministério Público Estadual (MPE) conseguiu findar o impasse com os anestesistas”, frisou.
O deputado, que é médico por formação, destaca, no entanto, que preciso se levar em consideração que se trata de um serviço fundamental e que não pode esperar por negociação.
“E fazer os mais de 500 mil usuários do plano sentir na pele o efeito da má gestão, que tende a piorar”, enfatizou o deputado, clamando por soluções a curto prazo.
Sem acordo, um novo encontro entre representantes do plano e médicos anestesistas foi marcado somente para o dia 30 de janeiro. A categoria alega não haver atualização da tabela do PLANSERV desde 2015.









