Entre 2013 e 2018, hospitais municipais de Feira de Santana dobram capacidade de atendimento

Vista da fachada da sede do Hospital Municipal da Mulher de Feira de Santana.
Vista da fachada da sede do Hospital Municipal da Mulher de Feira de Santana.

A capacidade de atendimento materno-infantil tanto na emergência e no ambulatório do Hospital Inácia Pinto dos Santos, o Hospital Municipal da Mulher de Feira de Santana, quanto no Hospital Municipal da Criança Dr. José Eduacy Lins dobrou nos últimos seis anos.

Entre 2013 e 2018, os dados da Fundação Hospitalar de Feira de Santana (FHFS) apontam mais de 165 mil pessoas internadas e/ou atendidas através das 19 especialidades médicas ofertadas gratuitamente à comunidade e região circunvizinha.

Quando comparado com o período de 2017 (36.574 atendimentos), o Hospital da Mulher também superou a meta do ano passado com 40 mil pacientes utilizando a unidade hospitalar, sendo mais de três mil atendimentos mensais num total de quatro mil pacientes a mais beneficiados na área da saúde pública.

Segundo a gestora da FHFS, Gilberte Lucas, somente ano passado cerca de 3 milhões de reais foram investidos diretamente pelo Poder Público Municipal na aquisição de novos equipamentos para setores como laboratório de exames, enfermarias, central de esterilização, centro obstétrico, UTI neonatal, berçário de médio risco, além de reformas e ampliação em outras unidades, a exemplo do laboratório análises clínicas.

“Ampliamos a oferta de leitos, melhoramos a infraestrutura e o quadro de pessoal para continuarmos oferecendo um serviço de referência e com capacidade para suprir a demanda que cresce a cada ano”, pontua.

O atendimento pode ser feito diretamente no ambulatório bem como por meio da central de regulação do município, sendo que toda a assistência é garantida no primeiro ano de vida do bebê.

Por especialidade, as duas unidades oferecem à população, endocrinologia (935), enfermagem obstétrica (3.184), fisioterapia (206), fonoaudiologia (5.830), ginecologia obstétrica (25.421), mastologia (721), nutricionista (1.111), pediatria (2.717), psicologia (907), cardiologia (909), cirurgia pediátrica (594), endocrinologia (565), hematologia (123), nefrologia (252), neurologia (533), ortopedia (645), pediatria (1.782) e pneumologia (526).

Ainda, a estatística da FHFS revela que 26% de todo o atendimento nas unidades é utilizado por pacientes de municípios da microrregião. Cidades como Amélia Rodrigues (235 atendimentos), Antônio Cardoso (296), Conceição da Feira (85), Conceição do Jacuípe (318), Coração de Maria (565), Ipecaetá (129), Irará (175), Santa Bárbara (172), Santo Estevão (367), São Gonçalo dos Campos (705) e Serrinha (75) figuram na lista com as maiores demandas.

Emergência humanizada

Outro ponto importante de destaque no balanço da unidade foram os mais de 17 mil pacientes atendidos através de protocolo internacional ou acolhimento com Classificação de Risco (Triagem de Manchester), serviço que garante acesso rápido ao atendimento de saúde.

O método prioriza o atendimento de acordo com os sinais e sintomas apresentados pela grávida após a avaliação clínica e o setor de classificação de risco do HIPS que funcionam 24 horas desde o final de 2015.


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