Feira de Santana: Espetáculos nos CEUs trabalham musicalidade e explicam teorias da criação do mundo com elementos tecnológicos

Cena do espetáculo 'Maria, Escombone e o Violão Encantado'.
Cena do espetáculo 'Maria, Escombone e o Violão Encantado'.
Cena do espetáculo 'Maria, Escombone e o Violão Encantado'.
Cena do espetáculo ‘Maria, Escombone e o Violão Encantado’.

O último domingo (17/02/2019), foi dia de cultura e inovação nos Centro de Artes e Esportes Unificados (CEUs), no Jardim Acácia e na Cidade Nova, em Feira de Santana. O espetáculo “Maria, Escombone e o Violão Encantado”, respectivamente “Cosmonave” nas praças, encantou o público do projeto “Cultura nas praças CEUs”.

“Maria, Escombone” levou emoção em músicas para a garotada que foi ao CEU do Jardim Acácia. Como o nome denota, o projeto vem do imaginário popular das brincadeiras infantis, que dá imaginação para a boneca tagarela e o boneco cheio de talentos.

Já no CEU da Cidade Nova, com a apresentação que explica o “início de tudo”, o espetáculo “Cosmonave” prendeu a atenção das crianças que, sussurrando nos ouvidos dos pais, explicavam cada representação, através de fantoches confeccionados com equipamentos tecnológicos e reciclados.

“A inspiração foi a criação do universo, a criação do ser humano. Nos inspiramos na bíblia, em histórias de povos indígenas e também na ciência. Por isso a utilização da tecnologia para mostrar como tudo começou”, afirma o autor e ator da peça, José Arcanjo.

Cosmonave é um espetáculo que utiliza de equipamentos reciclados e iluminações montadas por atores da peça. Através de tecidos, restos de guarda-chuva, pedaços de pano, a história da criação é demonstrada sem a necessidade do uso da palavra, apenas sons, que representavam o tempo e estado da cena.

“Nós queríamos um espetáculo universal, que não precisasse da palavra para qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo, entendesse. A peça foi muito em cima disso, de ser um espetáculo não verbal. A leitura ser da imagem e não necessariamente da palavra dita ou falada. As pessoas leem as palavras através dos símbolos, das imagens”, explica José Arcanjo.

O espetáculo Cosmonave tem a participação de Roberval Barreto, que emite a sonorização, e de antigos alunos que participaram do Programa Arte de Viver, que é desenvolvido também nos CEUs, através da Prefeitura e da Fundação Cultural Egberto Tavares Costa. O projeto descobre novos talentos na cidade.


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