
O ativista de direitos humanos paraguaio, Martín Almada, fez um convite a Bolsonaro para que passasse uma noite nos Arquivos do Terror, local no Paraguai onde ficam os documentos oficiais que mostram a repressão policial durante o governo de Alfredo Stroessner, ditador que Jair elogiou e chamou de “estadista” durante um evento na hidrelétrica de Itaipu.
O convite foi uma resposta aos elogios feitos ao ditador por Bolsonaro que chegou a dizer que Alfredo “sabia perfeitamente o que queria para o país”.
“Como vítima da Operação Condor, me horroriza escutar Bolsonaro falar bem de Stroessner”, declarou Martín à Agência Efe Almada. Ele foi preso e torturado, entre 1974 e 1977, pelo regime paraguaio.
Almada também lamentou que mesmo em uma “época de democracia e direitos humanos” um presidente haja assim na “contramão” dos movimentos sociais.
Os Arquivos do Terror contam com 65 mil documentos, além de arquivos em áudio e fotos que mostram a repressão durante o regime. Também constam evidências de desaparecimentos e assassinatos de diplomatas brasileiros.
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