Milícia atua em 26 bairros da capital e em 14 cidades do Rio de Janeiro, diz reportagem do O Globo; Atuação de militares em 2018 foi inócua

Atuação de militares, em 2018, no Rio de Janeiro, foi inócua.
Atuação de militares, em 2018, no Rio de Janeiro, foi inócua.
Atuação de militares, em 2018, no Rio de Janeiro, foi inócua.
Atuação de militares, em 2018, no Rio de Janeiro, foi inócua.

Há 20 anos, a atuação das milícias se limitava à comunidade de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, onde grupos de PMs e ex-PMs do Rio de Janeiro disputavam território com os traficantes de drogas. Hoje, esses grupos já atuam em 26 bairros da capital, onde vivem 2,2 milhões de pessoas, e 14 cidades das regiões Metropolitana, dos Lagos e Costa Verde.

As milícias estão em praticamente toda a Zona Oeste do Rio de janeiro e, segundo o promotor Luiz Antônio Ayres, preparam-se para fincar pé na Zona Norte, a partir de Madureira.

Os negócios se expandiram: além do transporte ilegal, da TV a cabo clandestina e das taxas de segurança, as milícias estão envolvidas em grilagem, exploração de areia, agiotagem, contrabando de cigarros e extorsão aos pescadores da Baía de Guanabara.

“Os grupos paramilitares no Estado do Rio já se enquadram no conceito clássico de máfia”, diz o delegado Cláudio Ferraz. Revela reportagem de Antônio Werneck, publicada neste domingo (31/03/2019) no Jornal O Globo.

No contexto, observa-se que a atuação de militares, em 2018, durante a Intervenção Federal no Rio de Janeiro, foi inócua.


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