O que Jair Bolsonaro (PSL-RJ) comemorou como avanço nos 100 dias na presidência da República, na prática, se configura como retrocesso e desgoverno da gestão que conduz. Em síntese, trata-se de uma gestão marcada pela demência na apologia aos ditadores e regimes ditatoriais, psicopatia em defesa do uso de armas, e destruição da educação pública por falta de projeto de Estado.
As deletérias práticas do Governo Bolsonaro são acrescidas do retrocesso na economia, através da política de desinvestimento e desindustrialização; destruição ambiental, decorrente da política de exploração desmedida de reservas ambientais e de territórios dos povos tradicionais; envenenamento da população, com a liberação de cerca de 100 diferentes tipos de agrotóxicos; e opressão do povo, com a concessão da licença para matar.
No contexto, o país, desde a política liberal adotada pelo governo do usurpador Michel Temer (MDB-SP), amplia a desigualdade, destrói o meio ambiente, empobrece o povo e subordina, de forma violenta, a classe trabalhadora aos interesses do Capital Internacional.
Por fim, o quadrinômio deseducar, desempregar, oprimir e envenenar sintetiza a tragédia do governo conduzido por um analfabeto funcional.
*Carlos Augusto é jornalista e cientista social.
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