Expectativa de crescimento do Brasil em 2019 é reduzida pela 14ª vez, a 1,13%, mostra Focus; Política neoliberal de extrema-direita do Governo Bolsonaro compromete desenvolvimento econômico do país

Presidente Jair Bolsonaro e ministro Paulo Guedes. Política neoliberal de extrema-direita do Governo Bolsonaro compromete desenvolvimento econômico do país.
Presidente Jair Bolsonaro e ministro Paulo Guedes. Política neoliberal de extrema-direita do Governo Bolsonaro compromete desenvolvimento econômico do país.
Presidente Jair Bolsonaro e ministro Paulo Guedes. Política neoliberal de extrema-direita do Governo Bolsonaro compromete desenvolvimento econômico do país.
Presidente Jair Bolsonaro e ministro Paulo Guedes. Política neoliberal de extrema-direita do Governo Bolsonaro compromete desenvolvimento econômico do país.

A expectativa para o crescimento econômico do Brasil foi reduzida mais uma vez na pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira após o país voltar a registrar contração no primeiro trimestre.

O levantamento mostrou que os economistas consultados cortaram pela 14ª vez seguida a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) este ano, passando a ver uma expansão de 1,13%, de 1,23% antes.

A economia brasileira iniciou 2019 com contração de 0,2% no primeiro trimestre, com fraqueza em indústria, agropecuária e investimentos, na primeira queda trimestral desde o fim de 2016.

O cenário confirma o quadro de dificuldades da economia e as preocupações com as perspectivas, embora a estimativa do PIB para 2020 no Focus tenha permanecido em uma expansão de 2,50%.

A pesquisa semanal mostrou também ajuste nas contas para a inflação, com a alta do IPCA neste ano estimada em 4,03%, de 4,07% antes. Para 2020 permanece a perspectiva de uma inflação de 4,0%.

O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Apesar da fraqueza da economia, o BC deve manter a taxa básica Selic no atual patamar de 6,5% até o final do ano, segundo os economistas consultados, elevando a taxa para 7,25% no fim de 2020, em cenário inalterado.

O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também manteve suas contas, com a Selic a 6,5% este ano e a 7,0% em 2020.

*Com informações da Agência Reuters.


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