Feira de Santana: Ação desenvolvida na UTI do HGCA é destaque em revista científica médica internacional

Fachada da Emergência do Hospital Geral Clériston Andrade.
Fachada da Emergência do Hospital Geral Clériston Andrade.
Fachada da Emergência do Hospital Geral Clériston Andrade.
Fachada da Emergência do Hospital Geral Clériston Andrade.

Ação desenvolvida na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) foi destaque em uma das revistas científicas médicas mais importantes do Mundo. Trata-se da Revista Jama Network que publicou nesta terça-feira (16/07/2019), um artigo científico sobre o efeito da visitação familiar flexível no Delirium em pacientes na unidade de terapia intensiva.

Tornar o atendimento mais humanizado e centrado nas necessidades do paciente e de sua família é um desafio constante para as equipes das UTIs. No HGCA algumas iniciativas estão sendo colocadas em prática, dentro das unidades, a fim de promover a humanização, em especial a ampliação dos horários de visita, também conhecida como visita estendida, implantada desde 2017 e que tem dado resultados positivos na recuperação dos pacientes internados.

A iniciativa é desenvolvida em parceria com o Hospital Moinhos de Vento e o Ministério da Saúde, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Nacional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). O HGCA foi um dos hospitais pioneiros na Bahia. Com a “Visita Estendida” os pacientes passaram a ter direito a um acompanhante por até 12 horas.

De acordo com Dr. Lucio Couto, coordenador da UTI do HGCA, estudos comprovam que a presença de um familiar por mais tempo próximo ao paciente diminui a   ocorrência de delirium e o tempo de permanência na unidade. “No Brasil 40 UTIs estão inseridas neste projeto, apenas três são na Bahia e o HGCA foi o primeiro a implantar. Temos resultados muito positivos com este projeto, tais como diminuição do tempo de internamento, menos nível de ansiedade e depressão de familiares, uma vez que os mesmo podem ficar na beira do leito, por até 12 horas e acompanhar toda a evolução e tratamento do paciente’, afirmou Lucio Couto.

No Hospital Clériston Andrade o estudo é coordenado pelo médico Lucio Couto com os seguintes autores: Paulo Henrique Panelli Ferreira, Daniela Cunha de Oliveira, Kátia Santana Freitas, Eduardo da Silva Oliveira, João Victor Morais de Melo e Maurício Gomes da Silva Serra.


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