Senador Chico Rodrigues comenta pedido de impeachment formulado pelo deputado Feliciano contra vice-presidente Hamilton Mourão; Extrema-direita promove luta interna pelo poder

Francisco de Assis Rodrigues (Chico Rodrigues): O pedido de impeachment que ele fez tinha 13 páginas, e, pasmem, afirmava lá esse Deputado: "Não é um tiro para matar, mas um tiro para o ar, de aviso, para ele saber que tem alguém olhando. Mandei recados pesados para que ele entendesse que a Casa Civil não é caserna".
Francisco de Assis Rodrigues (Chico Rodrigues): o pedido de impeachment que ele fez tinha 13 páginas, e, pasmem, afirmava lá esse Deputado: "Não é um tiro para matar, mas um tiro para o ar, de aviso, para ele saber que tem alguém olhando. Mandei recados pesados para que ele entendesse que a Casa Civil não é caserna".
Francisco de Assis Rodrigues (Chico Rodrigues): O pedido de impeachment que ele fez tinha 13 páginas, e, pasmem, afirmava lá esse Deputado: "Não é um tiro para matar, mas um tiro para o ar, de aviso, para ele saber que tem alguém olhando. Mandei recados pesados para que ele entendesse que a Casa Civil não é caserna".
Francisco de Assis Rodrigues (Chico Rodrigues): o pedido de impeachment que ele fez tinha 13 páginas, e, pasmem, afirmava lá esse Deputado: “Não é um tiro para matar, mas um tiro para o ar, de aviso, para ele saber que tem alguém olhando. Mandei recados pesados para que ele entendesse que a Casa Civil não é caserna”.

O senador Francisco de Assis Rodrigues (Chico Rodrigues, DEM-RR) contestou nesta segunda-feira (01/07/2019), em Plenário, as críticas do deputado Pastor Marco Feliciano (Podemos-SP), em entrevista ao Jornal O Estado de São Paulo, ao vice-presidente da República, Hamilton Mourão. Na avaliação do senador, o deputado, que também é vice-líder do governo na Câmara, fez um comentário infeliz e irresponsável ao afirmar para a imprensa que Mourão desdizia o presidente Jair Bolsonaro em tudo e minava a autoridade presidencial.

O senador considera que no atual posto, Feliciano deveria promover a harmonia no governo e na base aliada no Legislativo em vez de apontar os conflitos. Rodrigues elogiou a conduta do vice-presidente da República ao criticar o pedido de impeachment contra ele apresentado pelo deputado federal.

— [Feliciano], na qualidade de vice-líder do governo, que tem a importância e o dever de promover a harmonia dentro do governo, cria uma área de ruptura — aliás, tenta, porque não tem credibilidade nenhuma —, para causar um choque frontal entre o presidente da República e o vice, general Mourão, que é um oficial de escol, de altíssima capacidade e que chegou ao último posto do generalato  afirmou.

— Eu acho que o Deputado Feliciano não tem o que fazer. Essa é a minha avaliação, porque ele, na qualidade de Vice-Líder do Governo, que tem a importância e o dever de promover a harmonia dentro do Governo, cria uma área de ruptura – aliás, tenta, porque não tem credibilidade nenhuma –, para causar um choque frontal entre o Presidente da República e o Vice, Gen. Mourão, que é um oficial de escol, de altíssima capacidade e que chegou ao último posto do generalato. Então, eu não poderia aqui… Aliás, ainda se oferece para ser o Vice do Presidente Jair Bolsonaro em 2022. Se o Presidente não tivesse numa condição interessante na condução do País, trabalhando bastante, com muitos avanços, talvez ele nem ouvidos desse ao Presidente. Mas é assim, às vezes, a vaidade das pessoas é superior à atividade que exerce — acrescentou.

*Com informações da Agência Senado.


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