ONU Brasil pede esforços no combate a incêndios florestais; Governo Bolsonaro age como genocida da natureza

O espectrorradiômetro de resolução moderada (MODIS) do satélite Aqua da NASA capturou imagens de vários incêndios ocorrendo nos estados de Rondônia, Amazonas, Pará e Mato Grosso, entre 11 de agosto e 13 de agosto de 2019.
O espectrorradiômetro de resolução moderada (MODIS) do satélite Aqua da NASA capturou imagens de vários incêndios ocorrendo nos estados de Rondônia, Amazonas, Pará e Mato Grosso, entre 11 de agosto e 13 de agosto de 2019.
O espectrorradiômetro de resolução moderada (MODIS) do satélite Aqua da NASA capturou imagens de vários incêndios ocorrendo nos estados de Rondônia, Amazonas, Pará e Mato Grosso, entre 11 de agosto e 13 de agosto de 2019.
O espectrorradiômetro de resolução moderada (MODIS) do satélite Aqua da NASA capturou imagens de vários incêndios ocorrendo nos estados de Rondônia, Amazonas, Pará e Mato Grosso, entre 11 de agosto e 13 de agosto de 2019.

Em nota encaminhada nesta quinta-feira (22/08/2019) ao Jornal Grande Bahia (JGB), o Sistema das Nações Unidas no Brasil pede que as autoridades intensifiquem os esforços para conter as chamas que consomem partes da floresta amazônica e outros biomas do norte e centro-oeste do Brasil, além de reforçar os sistemas de monitoramento para evitar as queimadas e os desmatamentos ilegais.

Em Salvador, a ONU Brasil participa das discussões da Semana do Clima com o intuito de contribuir com alternativas que garantam um planeta mais seguro e sustentável para todas as pessoas, dentro dos princípios dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.

Nota da ONU sobre genocida da natureza

O Sistema das Nações Unidas no Brasil externa profunda preocupação com os incêndios que consomem partes da floresta amazônica e outros biomas nas regiões norte e centro-oeste do Brasil e de países vizinhos e solicita que sejam intensificados os esforços dos governos e de apoio às comunidades locais para conter a queima da vegetação, vital para o equilíbrio climático e das condições de vida.

A Amazônia desempenha um papel prioritário para a manutenção da biodiversidade por ser a maior área de floresta tropical remanescente da terra. A ONU no Brasil acredita ser imperioso reforçar os sistemas de monitoramento da região a fim de evitar as queimadas e os desmatamentos ilegais, que podem comprometer a vida de 33 milhões de pessoas que vivem na região, incluindo 420 comunidades indígenas.

Neste momento, representantes de governos, agências multilaterais e sociedade civil organizada estão reunidos em Salvador para discutir como América Latina e Caribe podem responder às mudanças climáticas. A ONU Brasil participa das discussões da Semana do Clima com o intuito de contribuir com alternativas que garantam um planeta mais seguro e sustentável para todas as pessoas, dentro dos princípios dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.


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