
Os elementos de um roteiro de filme de ficção — poder, religião, sexo, incesto, dinheiro, furto e parricídio — envolvem o caso do assassinato do pastor Anderson do Carmo, ocorrido na própria residência do religioso, na madrugada de 16 de junho de 2019 (domingo), em Pendotiba, Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro. O religioso era casado com a deputada federal Flordelis dos Santos Souza (PSD-RJ) e o casal tinha filhos e filhas biológicos e adotivos.
Segundo reportagem da TV Record, Marzi Teixeira da Silva, uma das filhas adotivas da deputada Flordelis e do pastor Anderson do Carmo, disse aos policiais que ofereceu R$ 10 mil para que o irmão adotivo Lucas dos Santos matasse Anderson, tudo com o conhecimento da mãe. Marzi afirmou ainda que, em 2018, soube através de Flordelis que o pastor tinha tentado abusar sexualmente de uma filha adotiva do casal.
A reportagem do SBT revela que a mãe de Anderson do Carmo, Maria Edna Virgínio do Carmo Oliveira, contou que ocorreu uma trama familiar orquestrada pela deputada Flordelis para matar o próprio marido. A ex-sogra da parlamentar afirmou à polícia que uma filha de Flordelis – com quem Anderson já teve um relacionamento – participou do crime.
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Caso Anderson do Carmo A grande família de pastores evangélicos destruída a tiros
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