Operação Greenfield: MPF denuncia 26 pessoas por fraudes contra planos

Greenfield é uma operação realizada pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF), deflagrada em 5 de setembro de 2016, que investiga desvio dos fundos de pensão, bancos públicos e estatais estimado, inicialmente, em pelo menos em cerca de R$ 8 bilhões.
Greenfield é uma operação realizada pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF), deflagrada em 5 de setembro de 2016, que investiga desvio dos fundos de pensão, bancos públicos e estatais estimado, inicialmente, em pelo menos em cerca de R$ 8 bilhões.
Greenfield é uma operação realizada pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF), deflagrada em 5 de setembro de 2016, que investiga desvio dos fundos de pensão, bancos públicos e estatais estimado, inicialmente, em pelo menos em cerca de R$ 8 bilhões.
Greenfield é uma operação realizada pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF), deflagrada em 5 de setembro de 2016, que investiga desvio dos fundos de pensão, bancos públicos e estatais estimado, inicialmente, em pelo menos em cerca de R$ 8 bilhões.

A força-tarefa da Operação Greenfield denunciou 26 pessoas em três novas ações penais que investigam fraudes ocorridas entre 2009 e 2014 contra três entidades de previdência complementar, de acordo com informações divulgadas pela Procuradoria da República no Distrito Federal nesta segunda-feira (07/10/2019).

Os crimes contra a Fundação dos Economiários Federais (Funcef), Petros (Plano Petros do Sistema Petrobras) e Postalis (Instituto de Previdência Complementar) foram viabilizados por meio de aportes no Fundo de Investimentos e Participações (FIP) Multiner.

Segundo a procuradoria, diretores dos fundos de pensão, em parceria com executivos do Multiner, agiram para aprovar aportes milionários no fundo por meio da superavaliação da empresa, uso de laudos falsos e a minimização dos riscos envolvidos nos financiamentos realizados.

Os acusados vão responder por gestão fraudulenta e desvio de recursos em proveito próprio ou de terceiros. Além das penas de prisão, os procuradores pedem pagamento de R$ 3,1 bilhões em danos moral e social e a devolução dos produtos dos crimes, calculados em cerca de R$ 1 bilhão.


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