Dois padres da Argentina são condenados a mais de 40 anos de prisão por abuso sexual

O padre Nicola Corradi é escoltado para fora do tribunal em Mendoza, Argentina, em 5 de agosto de 2019. O padre italiano de 83 anos, juntamente com o padre Horacio Corbacho, 59, e o empregado leigo Armando Gomez, 63, foram condenados em 25 de novembro por abuso. contra ex-alunos do Instituto Antonio Próvolo para Crianças Surdas e com Deficiência Auditiva em Mendoza, de 2004 a 2016.
O padre Nicola Corradi é escoltado para fora do tribunal em Mendoza, Argentina, em 5 de agosto de 2019.
O padre Nicola Corradi é escoltado para fora do tribunal em Mendoza, Argentina, em 5 de agosto de 2019.  O padre italiano de 83 anos, juntamente com o padre Horacio Corbacho, 59, e o empregado leigo Armando Gomez, 63, foram condenados em 25 de novembro por abuso. contra ex-alunos do Instituto Antonio Próvolo para Crianças Surdas e com Deficiência Auditiva em Mendoza, de 2004 a 2016.
O padre Nicola Corradi é escoltado para fora do tribunal em Mendoza, Argentina, em 5 de agosto de 2019.

Um tribunal da Argentina condenou nesta segunda-feira (25/11/2019) dois padres católicos e o ex-jardineiro de uma escola para alunos surdos da província de Mendoza administrada pela Igreja por 28 acusações de abuso sexual e corrupção de menores.

Os padres Nicola Corradi e Horacio Corbacho foram condenados a 42 e 45 anos de prisão, respectivamente, e o empregado da escola, Armando Gomez, a 18 anos. As penas definidas pelos juízes Carlos Diaz, Mauricio Juan e Anibal Crivelli, da Segunda Corte do Colegiado Criminal, foram transmitidas ao vivo pela internet no país.

Não é possível apelar das sentenças. As acusações contra os três foram feitas por mais de 20 ex-alunos do Instituto Antonio Provolo para os surdos de Mendoza.

As primeiras queixas do caso completaram três anos nesta segunda-feira.

Um procurador argentino pediu neste mês a prisão de um bispo católico depois de autoridades afirmarem que ele ignorou diversas ligações e emails relacionados a uma investigação de alegações de abuso sexual que o têm como alvo.

O bispo, Gustavo Zanchetta, estava morando na Cidade do Vaticano, onde ocupou um cargo em um departamento financeiro da Igreja, de acordo com a Procuradoria.

*Com informações da Agência Reuters.


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