
Ao utilizar a tribuna da Câmara Municipal de Feira de Santana, durante a sessão ordinária desta segunda-feira (10/02/2020), o vereador Edvaldo Lima (PP) apresentou as questões debatidas em reuniões com o vice-governador da Bahia e presidente do PP, João Leão, realizadas em janeiro deste ano, que abordavam a união de partidos e o apoio à candidatura do atual prefeito Colbert Martins.
De acordo com o parlamentar, as reuniões contaram com a presença do secretário municipal de desenvolvimento social, Pablo Roberto, bem como, dos vereadores Ronaldo Almeida Caribé – Ron do Povo (PTC) – e Isaías dos Santos – Isaías de Diogo (PDT), que discutiram sobre a aglutinação de partidos políticos para “marchar na base do prefeito Colbert Martins”.
Edvaldo Lima ressaltou a importância da unidade dos partidos que pretendem apoiar a candidatura de Colbert Martins e findou: “não há nenhum avanço na democracia se não for através de muito diálogo e muita conversa com grupos que buscam as melhorias para o povo”.
Edvaldo Lima critica atitude do Estado para com impostos
Em pronunciamento, na sessão ordinária desta terça-feira (11/02/2020), na Câmara Municipal de Feira de Santana, o edil Edvaldo Lima (PP) afirmou ter recebido apoio da ministra Damares Alves e criticou ações do Estado para com pagamento de impostos veiculares.
“Quando estive em Brasília entreguei à ministra Damares Alves um ofício informando que estava sendo perseguido e com ameaças de morte. Ontem, ela encaminhou a meu gabinete a resposta do ofício afirmando que está em defesa deste vereador. Continuarei fazendo a defesa da família brasileira e das crianças. Não vou recuar, tenho essa postura e não vou mudar, aconteça o que acontecer”, garantiu Edvaldo Lima.
E tratou sobre o pagamento de impostos veiculares, dando como exemplo uma situação ocorrida com ele. “Dia 05 de dezembro de 2019, pedi para pagarem o licenciamento de um veículo, no valor de pouco mais de R$ 1.600,00. Dia 22 de fevereiro deste ano, em uma blitz, um policial pediu para eu parar o veículo e eu parei. O policial disse que meu veículo estava com documento atrasado e eu falei que não, mostrando o documento. Contudo, ele disse que pelo aplicativo faltava o pagamento de uma taxa de R$ 133 e que se eu não pagasse meu carro seria rebocado’, contou.
E continuou. “Não me identifiquei como vereador porque qualquer cidadão deve ser respeitado e não apenas o vereador. O policial me levou até o comandante da blitz, que me perguntou aonde eu paguei o documento e eu disse que foi na Secretaria da Fazenda. Isso é um roubo, pois pagamos e depois surgem mais taxas para pagarmos. Neste dia tive que pagar mais esse valor de R$ 133. Como o Governo faz isso com a população? Faz isso para roubar a população”, repudiou.







