Preço do peito de frango para merenda escolar inclui despesas de entrega em veículo refrigerado nas 206 escolas da sede e zona rural, esclarece prefeitura de Feira de Santana

Prefeitura de Feira de Santana diz que compra do peito de frango para merenda escolar inclui despesas de entrega em veículo refrigerado nas 206 escolas da sede e zona rural.
Prefeitura de Feira de Santana diz que compra do peito de frango para merenda escolar inclui despesas de entrega em veículo refrigerado nas 206 escolas da sede e zona rural.
Prefeitura de Feira de Santana diz que compra do peito de frango para merenda escolar inclui despesas de entrega em veículo refrigerado nas 206 escolas da sede e zona rural.
Prefeitura de Feira de Santana diz que compra do peito de frango para merenda escolar inclui despesas de entrega em veículo refrigerado nas 206 escolas da sede e zona rural.

A compra de peito de frango pela Prefeitura de Feira de Santana, no valor de R$ 931.800,00, para a merenda escolar, nada tem de anormal, informa a Secretaria de Administração, responsável pelo processo licitatório. O valor de R$ 15,53 por quilo não cobre apenas o custo do produto, em si, mas também despesas relacionadas com a distribuição. São 206 escolas da rede municipal.

A Litoral Norte Comércio de Produtos Alimentícios, empresa fornecedora, terá que utilizar, conforme o contrato, veículos refrigerados, combustível e pessoal de sua própria estrutura, para fazer a entrega, todo mês, enquanto durar o contrato, de quantidades que possam ser armazenadas pelas  escolas.

A Secretaria de Educação acrescenta que dezenas dessas unidades escolares são localizadas em bairros distantes do centro e também na zona rural – sede e povoados dos oito distritos do Município.

Não se trata, simplesmente, de “peito de frango”, como divulgado pelo veículo de comunicação. Os cortes são especiais, sem osso e pele – o filé de peito de frango, conforme descrição do mercado, portanto um produto mais caro.

O valor de R$ 15,53 o quilo, proposto pela empresa vencedora da licitação, corresponde precisamente a cotação feita pela Prefeitura em junho do ano passado, junto a três empresas fornecedoras, para formar o “preço médio” utilizado no Pregão Eletrônico de nível nacional.

A menor oferta apresentada no Pregão foi de R$ 13,48, que não prosperou em razão de a empresa ter sido desclassificada por problemas de documentação. Empresas cotadas pelo site não participaram da licitação.


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