Desertores da Coreia do Norte são criticados por especulação sobre doença ou morte de Kim Jong-un

Kim Jong-um, Líder Supremo e presidente do Partido dos Trabalhadores da Coreia.
Líder Supremo da Coreia do Norete, Kim Jong Un, participa da cerimônia de inauguração da Fábrica de Fertilizantes Fosfóricos de Sunchon.

Um ex-diplomata graduado da Coreia do Norte pediu desculpas nesta segunda-feira (04/05/2020) depois de dizer que o líder Kim Jong Un provavelmente estava tão doente que não conseguia ficar de pé dias antes de este aparecer na mídia estatal fumando e caminhando em passo acelerado em um evento acompanhado por centenas de autoridades.

Kim desapareceu da mídia estatal durante três semanas, um tempo anormalmente longo, provocando grandes especulações sobre sua saúde e seu paradeiro e preocupações com as perspectivas do país detentor de armas nucleares no caso de uma sucessão inesperada.

Mas no sábado (02/05), um veículo de mídia norte-coreano publicou fotos e vídeos de Kim na cerimônia de inauguração de uma fábrica de fertilizantes.

Seu ressurgimento foi um golpe na credibilidade de alguns renomados desertores que haviam especulado que o líder sofria de uma doença grave ou poderia até ter morrido.

Um deles, Thae Yong-ho, foi vice-embaixador da Coreia do Norte no Reino Unido, onde administrava fundos secretos para Kim. Ele fugiu para a Coreia do Sul em 2016 e é um de um par de desertores eleitos ao Parlamento no mês passado.

“Estou ciente de que uma das razões para muitos de vocês terem votado em mim como parlamentar é a expectativa de uma análise precisa e de projeções sobre temas norte-coreanos”, disse Thae em um comunicado. “Sinto culpa e uma responsabilidade enorme.”

“Quaisquer que sejam as razões, peço desculpas a todos.”

*Por Hyonhee Shin e Sangmi Cha, da Agência Reuters.


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