“Não desistimos. E não vamos desistir”, diz OMS três meses após declaração de pandemia da Covid-19

Tedros Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde.
Tedros Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde.
Tedros Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde.
Tedros Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde.

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, OMS, Tedros Ghebreyesus, pediu união nacional e solidariedade global em coletiva onde descreveu a evolução da resposta à Covid-19, três meses após a declaração de pandemia.

Foi a 30 de janeiro passado que uma reunião do Comitê de Emergência declarou que a doença era emergência de saúde pública global, o nível mais alto de alarme. Nesta quinta-feira, o órgão se reúne para analisar a situação desde então.

Mortes

Na época, havia 82 infectados e nenhuma morte fora da China, onde apareceram as primeiras notificações em janeiro. Na quarta-feira, a OMS confirmou 2.995.758 casos e 204.987 mortes ocorridas devido ao novo coronavírus no mundo.

Para o chefe da OMS, “hoje mais do que nunca, a humanidade deve se unir para derrotar esse vírus”. Tedros reafirmou que o vírus pode causar estragos maiores do que qualquer ataque terrorista.

Entre esses danos estão transtornos políticos, econômicos e sociais. O diretor-geral destacou que a escolha dos países deve ser união em nível nacional e a solidariedade global, mantendo essa unidade.

O representante expressou solidariedade diante da tristeza e da dor “de tantas pessoas em todo o mundo”. Ele disse que a expectativa é superar a pandemia da covid-19 de forma conjunta.

Testes

O chefe da agência detalhou a ação da agência durante o trimestre de resposta à pandemia. Entre as atividades estão o envio de milhões de kits de testes e toneladas de equipamentos de proteção, com maior atenção aos países que mais precisam de apoio.

Mais de 2,3 milhões de profissionais de saúde foram capacitados e essas ações deverão continuar. Tedros destacou ainda a parceria com empresas de tecnologia “para combater a infodemia”, como tem sido chamado o fluxo informações falsas.

O chefe da OMS disse haver coisa que não ocorreu no trabalho da agência “não desistimos. E não vamos desistir”.

Respeito

O representante destacou o compromisso de servir a todos com ciência, solidariedade e soluções “mas acima de tudo com humildade e respeito a todas as pessoas e nações”.

Neste momento, a agência destacou que fornece estratégias, soluções e suprimentos vitais que os países precisarão nas próximas semanas e meses.

*/com informações da ONU News.


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