Guterres diz que mundo unido poderá vencer a pandemia da Covid-19

Funcionário de saúde faz teste de Covid-19 em clínica no distrito de Saptari, no Nepal.
Funcionário de saúde faz teste de Covid-19 em clínica no distrito de Saptari, no Nepal.

A pandemia da Covid-19 já matou mais de 1 milhão de pessoas. Até esta terça-feira, a Organização Mundial da Saúde, OMS, notificou pelo menos 33.206.004 casos confirmados da doença

Em mensagem de vídeo, o secretário-geral da ONU disse que o mundo atingiu um marco agonizante. António Guterres considera o número “impressionante”. E destacou, no entanto, que “nunca se deve perder de vista cada vida detrás da cifra e as todas as vidas que se foram”.

Selvajeria

O chefe da ONU realça que as vítimas “eram pais e mães, esposas e maridos, irmãos e irmãs, amigos e colegas. E que a dor foi multiplicada pela selvageria desta doença.”

Foi desde os finais de dezembro passado que a OMS teve informação sobre os primeiros casos de “um novo tipo de pneumonia” surgida na cidade chinesa de Wuhan. Em março, a agência elevou o estado de contaminação à pandemia.

Guterres aponta os riscos de infeção que “impediram as famílias de estarem ao lado dos seus entes queridos. Ele acrescente que “o processo de luto e de celebração de uma vida tornou-se muitas vezes impossível.”

De acordo com a OMS, as Américas estão na frente na contagem dos casos confirmados com 16.434.186 notificações. A seguir estão o Sudeste Asiático com 6.888.331 e Europa com 5.725.150.

As três últimas regiões são o Mediterrâneo Oriental com 2.373.545, a África com 1.175.812 e o Pacífico Ocidental 608.239 casos confirmados da Covid-19.

Reviravolta

Na mensagem, o chefe da ONU realça que embora ainda não haja um fim à vista para a propagação do vírus ocorre a perda de empregos, a perturbação da educação, a reviravolta nas vidas.

Mas declarando que se pode superar o desafio, Guterres aponta que se deve “aprender com os erros.” Para isso, ele menciona a importância da liderança responsável, ciência e cooperação mas alerta que “a desinformação mata.”

A mensagem destaca ainda que no processo da busca de uma vacina “que deve estar disponível e acessível a todos” cada um deve fazer sua parte para salvar vidas ao manter distância física, usar uma máscara e lavar as mãos.

O secretário-geral termina o vídeo afirmando que ao recordar as vidas perdidas, nunca se deve esquecer que o futuro assenta na solidariedade “enquanto povos unidos e enquanto nações unidas”.

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