A Unesco espera que a visita do Papa Francisco ao Iraque, iniciada esta sexta-feira (05/03/2021), leve uma mensagem de apoio e esperança não só aos iraquianos, mas a toda a região.
A agência da ONU lembra que a cidade de Mossul é marcada pelo sofrimento dos moradores, que durante 36 meses enfrentaram violência e opressão com a ocupação do local por extremistas. Já a terceira maior cidade do país, a antiga cidade bíblica de Nínivie, é famosa pelo patrimônio cultural e religioso secular.
Diversidade
A primeira visita do papa Francisco ao Iraque deve encorajar o fim da violência e extremismo, a promoção do diálogo inter-religioso ea diversidade.
A agenda do pontífice inclui encontros com um clérigo muçulmano xiita e um serviço religioso agendado para um estádio em Irbil, também no norte.
A diretora-geral da Unesco, Audrey Azoulay, disse que através da educação e da cultura “os iraquianos poderão retomar o controle de seu destino e se tornarem atores na renovação nacional”.
Resiliência
Para o caso da visita papal a Mossul, a agência recorda que houve grande comoção dos habitantes da cidade que não sabiam o que fazer com a quase destruída Mesquita Al Nouri e o minarete Al Hadba no outono de 2019.
A Unesco mobilizou a comunidade internacional para se solidarizar com o que considera “resiliência de um povo inextricavelmente ligado a mais de 2 mil anos de história”.
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