Ex-ministro Sergio Moro desiste de se candidatar à presidência da República nas Eleições 2022, diz revista

Sergio Moro desistiu de disputar a presidência da República em 2022. O ex-ministro da Justiça do Governo Bolsonaro informou à consultoria onde trabalha que não concorrerá ao Planalto. Ele vinha sendo cobiçado por partidos, e o Podemos estava próximo de convencê-lo a se filiar para a próxima eleição.
Sergio Moro desistiu de disputar a presidência da República em 2022. O ex-ministro da Justiça do Governo Bolsonaro informou à consultoria onde trabalha que não concorrerá ao Planalto. Ele vinha sendo cobiçado por partidos, e o Podemos estava próximo de convencê-lo a se filiar para a próxima eleição.

Ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro desistiu de disputar a Presidência da República em 2022 contra Jair Bolsonaro (sem partido).

De acordo com reportagem da revista Veja, Moro comunicou ao seu empregador, a consultoria Alvarez & Marsal, que não será candidato ao Palácio do Planalto. “É carta totalmente fora do baralho”, informou a publicação.

Em conversas com aliados políticos, o ex-juiz federal havia estipulado outubro como prazo para definir sua possível entrada na disputa presidencial. Partidos estavam de olho no passe de Moro para uma eventual candidatura. O Podemos estava próximo de conseguir a filiação do ex-ministro.

“Moro personifica o combate à corrupção, não tem uma vírgula para falar da honestidade dele. E o Brasil carece de pessoas honestas. Vimos agora quanto dinheiro destinado para a saúde durante a pandemia e escândalos de desvios de recursos. A desonestidade custa vidas. E Moro não se curvou ao poder”, afirmou a deputada federal Renata Abreu (SP), presidente do Podemos.

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Em 22 de abril, o plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria para confirmar a decisão da Segunda Turma que declarou a parcialidade de Sergio Moro na condução do processo do tríplex de Guarujá, que levou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à prisão por 580 dias.

O tribunal entendeu que o reconhecimento da incompetência territorial da Justiça Federal do Paraná e a anulação das condenações do petista não invalidaram a discussão sobre a atuação de Moro no caso.

A maioria dos ministros divergiu da posição do relator, Edson Fachin, e impôs uma derrota à Lava Jato.

*Com informações do Yahoo Notícias.


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