Festival Balaiano reúne artistas de 37 municípios da Bahia em programação multilinguagem

Festival reúne 55 obras entre shows musicais, performances, curtas, artesanatos e fotografias e cria banco cultural para dar visibilidade ao trabalho de artistas de toda Bahia.
Festival reúne 55 obras entre shows musicais, performances, curtas, artesanatos e fotografias e cria banco cultural para dar visibilidade ao trabalho de artistas de toda Bahia.

Um encontro diverso, plural e que pretende conectar a arte e cultura produzida nos seis macroterritórios da Bahia, essa é a proposta do Festival Balaiano que reúne cerca de 55 artistas de 37 municípios baianos em uma programação que inclui apresentações musicais, performances, curtas-metragens, exposições fotográficas e de artesanato. O festival acontece de forma online e gratuita através do youtube Festival Balaiano em dois finais de semana consecutivos 21, 22 e 23 de maio e 28, 29 e 30 de maio de 2021. A programação completa pode ser acompanhada através do site: http://www.festivalbalaiano.com.br/ ou das redes sociais: instagram @festivalbalaiano e facebook /festivalbalaiano.

Para compor a programação foi aberta uma seletiva que contou com mais de 250 inscrições. A curadoria foi realizada por uma equipe composta por agentes de diversos segmentos artísticos e representantes de cada um dos seis macroterritórios do estado, além de contar com o apoio de mobilizadores culturais dessas macrorregiões. Cada dia do festival será representado por um macroterritório e apresentará diferentes categorias das obras selecionadas, além de homenagear uma personalidade local que tem especial contribuição às artes e cultura da região. Por ordem dos macroterritórios os homenageados são: Dona Val, Emillie Lapa, Dolores Moreira, Mãe Lena, Osman Tanajura e Gilsérgio Botelho.

O Festival Balaiano nasce a partir da inquietação de um grupo de produtores culturais em encontrar novas maneiras de fomentar a arte e estimular a formação de cadeias produtivas artísticas baianas. De acordo com os coordenadores do projeto, André Oliveira, Edmilia Barros e Angela Marques, a proposta é evidenciar grupos criativos pouco conhecidos e engajá-los a interagir com artistas semelhantes, como forma de fortalecer e disseminar as produções por todas as regiões do estado. Por isso, além da programação do festival, o Balaiano também será um espaço online de conexão entre artistas baianos através do Balaio de Contatos, que será um banco de dados para o mercado cultural da Bahia.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.


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